Juíza
Maria Beatriz Biasutti, bloqueou bens do ex-prefeito
José Florisval de Ornelas
O ex-prefeito de Montalvânia José Florisval
de Ornelas (PTB) já não pode mais dispor de
todos os seus bens. Parte de seu patrimônio
foi bloqueada ontem (26) por decisão da juíza
Maria Beatriz Fonseca da Costa Biasutti, que
é titular da comarca de Manga e substituta
da comarca de Montalvânia.
A medida tornou indisponíveis bens do político
cochanino até o valor de R$ 243 mil. O pedido
foi feito numa ação popular ajuizada dia 11
de janeiro pelo advogado Geraldo Flávio de
Macedo Soares.
Especialista em direito administrativo e recuperação
de ativos desviados de prefeituras e câmaras
municipais, Macedo Soares é militante uma
organização não governamental que combate
a corrupção em Montalvânia desde 2005, a VIDAC
- Verdade, Independência e Desenvolvimento
da Associação Cochanina. A entidade faz parte
da Rede Amarribo de entidades de controle
social. Ornelas, que geriu o município de
2001 a 2004 e de 2005 a 2008, terá 20 dias
para contestar a ação e se contrapor à medida
liminar que agora o impede de se desfazer
de parte de seu patrimônio.
Macedo Soares explica que a ação popular foi
resultado de trabalho de investigação conjunto
feito pela VIDAC e pela Associação dos Amigos
de Januária (ASAJAN), entidade que desde 2004
combate a corrupção em Januária e ajuda a
formar ONGs com o mesmo objetivo em Minas
Gerais. As investigações levaram à suspeita
de que R$ 100 mil repassados em 2002 pela
Companhia de Desenvolvimentos dos Vales do
São Francisco e Parnaíba (Codevasf) à Prefeitura
de Montalvânia haviam sido desviados. O dinheiro
serviria para a implantação de sistema de
abastecimento de água para atender aos moradores
pobres da comunidade rural de Capim Pubo,
que anualmente sofrem com o desabastecimento
causado pela seca.
Denúncia formulada pela VIDAC levou a Controladoria
Geral da União (CGU), a Secretaria Federal
de Controle Interno (SFCI) e a auditoria interna
da Codevasf a investigar o caso. A denúncia
foi considerada procedente. Além de fraude
à licitação realizada para contratar a Construtora
Radier, de Montes Claros, que faria a obra,
os auditores descobriram outras irregularidades.
Pelo menos três cheques referentes à conta
bancária aberta especialmente para receber
a verba do convenio foram sacados por pessoas
totalmente estranhas à empresa vencedora da
licitação. "Logo, a verba oriunda da Codevasf
foi parar em mãos estranhas aos envolvidos
no convênio", destacou a juíza.
Durante a fase de auditoria, Ornelas chegou
a dizer à Codevasf que "reconhecia a prática
de irregularidades", mas que não teria havido
qualquer prejuízo aos cofres públicos. Forçado
a devolver os recursos à Codevasf, que corrigidos
chegam a R$ 243.040,39, o ex-prefeito teria
aumentado ainda mais o prejuízo da Prefeitura
de Montalvânia. De acordo com a decisão judicial,
Ornelas teria lançado mão de recursos do Fundo
de Participação dos Municípios (FPM) para
efetuar a devolução.
Na liminar a juíza utilizou expressões como
"o desfalque é visível" e "a lesão é patente".
Observou ainda que após o dinheiro do convênio
ser sacado no banco por pessoa totalmente
estranha à relação dos convenentes, "para
cobrir o 'rombo' e proceder à devolução da
quantia à Codevasf, a Prefeitura lançou mão
de dinheiro da municipalidade que já não mais
contava em seus cofres com a verba do convênio,
isto é, dinheiro outro, diverso daquele repassado
pela Codevasf nos idos de 2002".
Para operacionalizar o bloqueio, foram expedidos
ofícios ao Banco Central do Brasil, colocando
em indisponibilidade o dinheiro existente
em contas do ex-prefeito em qualquer agência
bancária do país. Cartórios de registro de
imóveis de Manga e Montalvânia, Departamento
de Trânsito de Minas Gerais e Delegacia de
Polícia também foram comunicados para que
não seja efetuada a transferência de nenhum
bem móvel ou veículo de propriedade de Ornelas.
Biasutti justificou o bloqueio dizendo que
ele se destina a evitar que ao longo do processo
o ex-prefeito dilapide seu patrimônio. Isso
poderia frustrar a possibilidade de devolução
dos recursos à Prefeitura de Montalvânia,
tornando incerta a efetividade da ação. "O
popular ganha, mas não leva", observou a magistrada.
Fonte: blogdofabiooliva
Histórias
que o povo conta
História:
Mão de vaca
Enviada por: Santos
Mineiro tem a fama de \'mão fechada\'.Acho
que não são todos. Pelo menos eu sou mão...
Aberta...! Mas conta se que nos anos 70, um
senhor por nome de Mauricio, família dos pereiras
esteve por estas bandas a procura de tratamento
de um mal que o perseguia por anos.
Com muita pechincha conseguiu em um hospital,
aqui em Goiânia uma consulta quase de graça.
Porem como o medico suspeitou de ua doença
rara e meia emcubada que só teria um diagnostico
correto através de vários exames, envia o
a laboratorio para fazer-los o mais urgente
os quais ficaram muito caros, mas tinha que
fazer... Se não...! Mas como o senhor Jesus
estava dando uma maozinha pra este cidadão,
aconteceu o milagre.
O medico ficou surpreso, pois os exames deram
negativos. Ao ser informado o Sr Mauricio
ficou furioso e começou discutir com o medico
mais ou menos assim: -Dr,eu não acredito que
o senhor mande eu fazer tantos exames,agora
vem me dizer que eu não tenho nada? -Eu gastei
um absurdo Dr! Tive que vender minha pareia
de boi tão mancinho,pra interar o dinheiro!
- Dr.
Você vai ter que devolver parte deste dinheiro!
Este camarada deu um trabalhão para que o
meu tio o tirasse da idéia de ter o dindin
de volta. Segundo informações ai das canoas,
este individuo onde mora, ta vivinho e tem
uns boizinhos, mas com essa mauduragem tem
que ter mesmo.
Túnel
do tempo
Fotos
antigas
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você encontrará várias fotos antigas. Clique
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Banco
do Brasil
Agência
do BB em Montalvânia
Januária 11 de Janeiro
de 2010
Prezada Deputada Federal Jô Moraes (PCdo B),
A cidade de Montalvânia no norte de Minas
já possuiu 04 agencias bancarias (Banco Econômico,
Minas caixa, Banco do Brasil e o Banco do
Nordeste), Hoje temos apenas o BNB, que não
atende a demanda, pois os funcionários publico
estaduais e os aposentados e
pensionistas precisam se deslocar até a
cidade de Manga para realizarem suas operações
bancarias no banco do Brasil daquela cidade,
isso também ocorre com a população de Juvenília,
sendo que muitos assaltos tem acontecido
na estrada que liga Manga a Montalvânia,
e outros problemas que nos fora relatado
por muitos comerciantes de produtores daquela
cidade.
Pelo exposto solicito da Ilustre deputada
Intervir Junto a direção do Banco Do Brasil
no sentido de reabrir a Agencia de Montalvânia,
informo ainda que já existe o prédio disponível
(onde funcionava a antiga agencia) e que
as Prefeituras de Montalvânia e de Juvenília
estão dispostas a colaborar no que for preciso
para a reabertura da citada agencia. Certo
de poder contar mais uma vez com a costumeira
atenção, desejo um ano novo repleto de êxito.
Que bela matéria deixada no cantinho virtual
por um usuário do site, em que lembra tantas
coisas belas e divertidas que aconteciam em
Montalvânia, lembrou das grandes personalidades
que para mim são inesquecíveis que fizeram
e fazem histórias.
Falou de futebol, esqueceu de falar do campo
onde hoje está instalada a praça dos esportes,
naquela época o futebol era
alegre, a cidade parava nas tardes de domingo
em que tinha jogo, a torcida lotava a beira
do campo com o seu tradicional radinho de
pilha, de olho no jogo e com o ouvido ligado
no clássico "cruzeiro e atlético" que era
uma verdadeira batalha e diversão.
Lembro
da farra que fazia o Toninho Custódio em
seu famoso Jipão, quando o Atlético ganhava,
era a maior algazarra, são coisas memoráveis.
Com
a transferência do campo para outra localidade,
acho que o futebol perdeu a alegria, o entusiasmo
e a memória, o futebol de Montalvânia era
muito forte tinha muitos valores, pena que
não tiveram apoio, que com certeza teriam
despontados no cenário nacional do futebol,
e ainda vale relembrar o futebol de salão
no clube camponês todas as tardes, que animação,
depois uma cervejinha acompanhada de uma
cuba livre, ao som sereno das águas do rio
cochá..... Hoje não passa de uma utopia.
Quem
não lembra do grupo musical, que salvo engano,
chamava-se JENESES e depois passou a se
chamar "COISA NOSSA", composto por Mero,
Heleno, Heloi e outros, sempre que iniciavam
ou finalizavam um show tocavam a música
"MILIONÁRIOS", quanta lembrança.
Mas
o que nos conforta no quesito musical é
que ainda temos muitos valores extraídos
dessa terrinha, um grande exemplo é o nosso
querido Washington Sabino, um artista da
nossa terra que quantas vezes animou os
finais de semana no clube camponês com suas
músicas ao lado do seu irmão Jenecy, que
naquela época já vislumbrava um futuro promissor
pelo seu talento e dedicação, hoje vem crescendo
de produção a cada dia, galgando cada passo
com muita humildade, isso é muito gratificante
para nós cochaninos, poder ouvir suas músicas
e dizer esse é da minha terra. Suas músicas
tem qualidades,"Inimigos da Verdade", pegou
muito bem com o seu estilo, faz até lembrar
um pouco do Renato Russo, apenas mera coincidência,
pois o Washington tem seu estilo próprio.
Precisamos
valorizar mais esse artista, pois ele é
coisa nossa é o orgulho cochanino. Montalvânia
é isso... É por essas e outras que ela desenvolva
em abundância e brilhe para sempre, como
já dizia Filadelfo na letra do seu hino
\"estou longe, mas lhe tenho presa nas minhas
mãos". A recíproca é verdadeira quem está
distante nunca esquece, tem com certeza
um carinho especial por aquela terrinha
e a tem presa nas mãos sempre.
Miguel
Email: leugim2809@hotmail.com
Política
Os
tucanos voam mais alto A
oposição sai na frente no primeiro confronto
entre chapas completas rumo ao Planalto.
Até mesmo Aécio Neves, que anunciou estar
fora da disputa, aparece como um candidato
forte.
Opinião
do internauta
Em
destaque
Super interessante a matéria da Rua Montalvânia.
Infeliz coincidência ou mero descaso do destino.
Para quem conhece a pobre Montalvânia, mesmo
estando de longe, percebe que a semelhança
nunca será mera coincidência. Será que o prefeito
da cidade já assistiu ao vídeo? Como padre,
acredito que pelo andar da carruagem, o mesmo
não tem medo dos castigos de Deus,
porque se o tivesse já teria feito algo
pelo bem estar da população que o elegeu.
Seria de bom tom que a assessoria do mesmo
lhe mostrasse o vídeo, assim como a câmara
de vereadores, quem sabe a carapuça não
cai e a vergonha chega na cara dos mandatário
da cidade.
No mais Feliz Natal a todos e que o ano
novo venha carregado de bons ventos e que
a população se conscientize que urna é
mesmo um grande pinico e sendo assim dê
merda a vontade para os políticos que ora
infestam a região.
Será
que o nome da rua é uma homenagem a situação
da nossa cidade? (Moradores
reclamam de ruas sem asfalto no Jardim São
José - São Paulo)
Há 40 anos os moradores pedem que a Rua Montalvânia
seja asfaltada. Segundo eles, a prefeitura
diz que não há verbas. A poeira incomoda quem
mora no local. Também falta segurança na região.
Veja o video...
Armadilha
- Para
refletir
-
Matéria publicada em 2007.
Hoje:
de 2010 -
Mais
ação, menos discurso
A velha armadilha do asfalto que
não chega.
Paulo
Guedes ao lado do ministro Walfrido Mares
Guia e do vice-presidente da República, José
de Alencar, na comemoração da vitória em outubro
de 2006: euforia cede espaço à realidade
Há
um ano o deputado Paulo Guedes (PT)
flutuava na nuvem benfazeja que envolve
os vitoriosos. O ex-vereador por Manga
em três mandatos acabava de conquistar
o passaporte para a Assembléia Legislativa
de Minas Gerais após campanha eleitoral
memorável e recheada de incertezas.
Sua
excelência ainda sorvia, numa espécie de torpor
e incredulidade, o líquido suave da generosa
taça do triunfo.
Campanha
Coisas
da vida
Venho por meio deste valioso instrumento de
comunicação conclamar os cochaninos para a
campanha dos cinco quilos de arroz a famílias
carentes de Montalvânia. Madre Tereza de Calcutá
nos ensina com infinita sabedoria que um pingo
d`água no oceano é diferente do oceano sem
aquele pingo d´água. E nossa humilde campanha
para levar um pacote de arroz a famílias carentes
é,
sem dúvida, um pingo d`água no imenso oceano
de tantas necessidades, mas é um pingo d`água.
Mas para isso acontecer faz-se necessário
a sua ajuda, o seu imprescindível apoio.
A campanha não é minha. É nossa. Vamo-nos
unir nessa empreitada e, juntos, proporcionar
àquelas famílias um momento de alegria.
Você que está longe, passe um e-mail, telefone,
peça a um parente ou amigo em Montalvânia
para contribuir em seu nome. A despesa é
irrisória. É a troca de um simples pacote
de arroz de cinco quilos por um exemplar
do meu livro Coisas da vida. A campanha
vai até o NATAL. Se houvesse mais irmandade
entre as pessoas, se respeitássemos as diferenças,
se contribuíssemos para diminuir o distanciamento
social o mundo não estaria tão estranho
e não grassava tanta violência. Sem que
se perceba há um distanciamento entre o
filho e o pai, o patrão e o empregado, o
político e o eleitor, o professor e o aluno,
o pobre e o rico, o CRIADOR e a criatura.
As cenas de violência veiculadas na imprensa,
ocorridas no estádio do Coritiba, são provas
desse distanciamento. Hoje, as pessoas vivem
sozinhas em extrema solidão. A televisão
e o próprio computador são veículos de isolamento.
Sozinhas, isoladas, elas não conseguem resolver
os anseios, atribulações, aspirações, problemas.
Com o tempo, isso vai se acumulando de tal
forma que se transforma em revolta íntima.
Revolta essa que, pelo mais fútil motivo,
explode como uma bomba, levando seres humanos
a se transformarem em verdadeiros monstros.
Nenhum
de nós consegue esconder a indignação com
o rumo que tomou a política nacional. É
difícil permanecer passível diante de tanta
falta de escrúpulo. Mas eu diria que conheço
o culpado. Leia em Coisas da Vida o texto
e-mails e você vai conhecer o vilão de toda
essa malandragem que tomou conta do país.
No século passado, em discurso proferido
no Senado Federal, Rui Barbosa profeticamente
disse: "De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra, de tanto
ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se
os poderes nas mãos dos maus, o homem chega
a desanimar da virtude, a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto." Prezado
amigo, não fique triste porque ainda não
perdemos a guerra.
O
mundo, maniqueísta, sempre esteve inserido
no antagonismo de duas grandes forças: o
bem e o mal. Todos nós conhecemos a história
do frágil menino Davi que venceu o temido
gigante Golias. Exemplo bíblico da luta
do bem contra o mal. E o bem venceu.
E
o bem vencerá. Porém nada vai acontecer
se ficarmos parados, esperando um grande
milagre. É preciso que lutemos. Quando se
ajuda quem necessita, é manifestação do
bem. Quando se faz uma crítica construtiva,
mostrando a solução e se colocando à disposição
para ajudar no que for possível, é manifestação
do bem. Quando se leva conforto a doentes
ou se apresenta como voluntário numa catástrofe,
é manifestação do bem. Quando se abraça
a missão de curar jovens drogados, ou orientar
crianças sobre o mal que a droga causa à
saúde e à humanidade, é manifestação do
bem. Quando se é fonte de esperança a tantos
desesperançados, é manifestação do bem.
Há
muita coisa grande para se fazer. Mas, às
vezes, realizando pequenas coisas estamos
contribuindo para um mundo melhor. São gestos
pequenos, mas que fazem a diferença. A mudança
está em cada um de nós. Está em você, em
mim, em todos. A mudança acontece quando
lutamos pelos nossos direitos. Quando valorizamos
a educação, a arte, a cultura, a natureza.
Quando paramos de reclamar da vida e abrimos
um sorriso para o nosso vizinho, para o
colega de trabalho, para o nosso semelhante.
A mudança está na educação e na conscientização
das crianças de hoje. Crianças que serão
os homens do amanhã. Homens que saberão
escolher seus governantes, respeitar a natureza,
o próximo, indiferente de o próximo ser
branco, preto, índio, gay, drogado, mendigo
ou portador de deficiência. Homens que saberão
valorizar a vida e, sobretudo, a família.
Homens de fé que verão a humildade e a fraternidade
como as maiores virtudes, e o amor como
o início de todo esse processo de mudança.
Eu diria que juntos nós podemos mudar o mundo.
E usaria a frase do presidente Barack Obama
em seu discurso de posse: "Yes, we can". Sim,
nós podemos. O amanhã virá e, com certeza,
o sol haverá de brilhar lindo como sempre.
E o sorriso haverá de estampar na face de
todos os necessitados, os oprimidos, os excluídos.
E de todos aqueles que pregam e jamais se
esquecerão de pregar o amor. Tenho certeza.
Conto com vocês! Feliz Natal e um Ano Novo
de muitas realizações e muiiiiiiiita PAZ.
Almir Sabino
BR-135
IBAMA
DÁ "NIHIL OBSTAT" PARA BR-135
Sai autorização do Ibama para obra do trecho
da BR-135 entre Manga e Montalvânia
O deputado estadual Paulo Guedes (PT) fez
rasante aqui em Brasília nesta quarta-feira
para acompanhar de perto o prazo final
da apresentação das emendas parlamentares
ao orçamento federal de 2010. Guedes faz
marcação cerrada nas emendas que tem em
"joint-venture" com o deputado federal Virgílio
Guimarães (PT-MG).
Em contato via celular com o signatário
deste Blog, o parlamentar mineiro colheu
novidades aqui na capital federal e voou
de volta para Belo Horizonte no início da
noite com boas notícias para contar ao eleitor
do extremo Norte de Minas, sua principal
base eleitoral. A mais importante delas:
saiu o tão aguardado licenciamento ambiental
do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente
e Recursos Renováveis (Ibama) que autoriza
a realização da obra de asfaltamento no
trecho de 64 km. da BR-135 entre os de Manga
e Montalvânia.
A falta do nihil obstat ("nenhum obstáculo"
ou "nada impede") do Ibama foi até aqui
o principal entrave para o início da obra
e pode colocar um ponto final na longa espera
pelo asfalto da rodovia federal. A outra
boa noticia é que o Departamento de Infraestrutura
de Transportes (Dnit), aqui em Brasília,
acatou o projeto executivo elaborado pelo
Batalhão de Engenharia do Exército para
o mesmo trecho da BR-135. O documento foi
entregue há pouco mais de um mês e foi decisivo
para que fossem ultrapassados os principais
obstáculos que impediam o início das obras.
Trata-se de mais um ciclo de idas e vindas
nessa cansativa novela do asfalto da BR-135
entre Manga e Montalvânia. O tal projeto
executivo do Exército é esperado desde o
início do ano. Ameaçou sair em agosto, para
depois sair do radar. O documento é resultado
do trabalho de campo realizado pelo Batalhão
de Engenharia no final do ano passado na
região de Montalvânia e foi encaminhado
ao Ibama para a obtenção do licenciamento
ambiental federal que autoriza o início
das obras.
Mesmo
com a sinalização do Dnit de que o assunto
deve avançar daqui por diante, o deputado
não soube precisar o prazo para que a construtora
comece efetivamente a realizar a pavimentação
entre Manga e Montalvânia. Apesar dos recursos
para a obra já terem sido empenhados pelo
governo, falta definir outro ponto importante
para que o Ministério dos Transportes dê
o sinal verde para as máquinas começarem
a trabalhar. E que ponto seria esse?
É
que o projeto da obra em mãos do Dnit foi
elaborado pelo Departamento de Estradas
e Rodagens mineiro naquele período em que
a União transferiu para o Estado a gestão
das estradas federais que cortam Minas Gerais
(DER-MG) tem especificações técnicas diferentes
das exigidas pelo órgão de infraestrutura
nacional.
Um
exemplo: o Dnit exige que o acostamento
das rodovias federais tenha três metros
de comprimento e o projeto do DER-MG prevê
a metade dessa metragem. A espessura da
massa asfáltica, segundo o deputado Paulo
Guedes, também tem parâmetros diferentes
do que está no projeto. Uma possibilidade
de contornar mais esse senão é o aditamento
em até 25% do valor do contrato.
Ainda de acordo com o deputado, a outra
boa notícia é que o Batalhão de Engenharia
do Exército já entregou ao Dnit o projeto
executivo de outro trecho da BR-135 que
interessa muito à população da região: o
trecho entre Montalvânia e a cidade de Cocos,
na Bahia. E mais: devem ser retomados também
os estudos para a autorização do licenciamento
ambiental do trecho da mesma rodovia que
separam as cidade de Itacarambi e Manga.
A
não construção desse “pedaço” da rodovia
cria a situação surreal de descontinuidade
no asfaltamento da rodovia federal na região.
O trecho da BR-135 que liga Manga a Itacarambi,
no entanto, permanece sem previsão de início.
O que torna a ligação entre Manga e Montalvânia
uma solução boa, mas ainda uma espécie de
meia boca.
Fonte:
BLOG DO LUÍS CLÁUDIO .
Saudade
Montalvânia
do progresso ao regresso
Montalvânia já teve, cabaré, cinema, boates,
carnaval de blocos de rua, com o grande Chico
pedreiro, carnaval no Clube Camponês, teve
carretas cheias de gado na praça Maomé, teve
Padre Guilherme e Padre Ugo, teve freiras,
grupos de jovens, aos quais brilhavam muito
com suas peças teatrais, teve bancos como;
Banco do Brasil, Banco Econômico, Minas Caixa,
eu sei que tem
bancos
que não existe mais, mas o Banco do Brasil
poderia está em MTV, e outros bancos mas a
cidade só regride, no tempo do Banco do Brasil
corria muito dinheiro, era uma movimentação
de gente, saudades do tempo do pudim de Melquiades,
do sonho da padaria de Nem, e as muriguinhas
e formato de moringa que delícia, as brincadeiras
de giribita, roba bandeira, pula macaco, baleada,
banco imobiliário.
Era um tempo inocente, que não deveria mudar,
interior é o que era antigamente. Hoje MTV
deveria ter um projeto social para ajudar
os jovens que não tem condições de sair da
cidade para estudar fora, ter cursos técnicos
profissionalizantes, dar um incentivo aos
jovens, um projeto onde corre dinheiro como
projeto Jaíba, MTV, tem São Gonçalo tem o
rio Cochá e o rio Poções, só falta incentivo.
Até tiú e gambá acabou era tão bom as brigas,
dos lados vencia o melhor, tinha campeonatos
na praça de esportes, vollei, futebol e outros.
Hoje MTV só tem um banco, o forum e a rodoviária,
deveria ter muito mais. Esqueci de falar dos
grandes mestres, eles não tinha curso de mestrado,
mas eram verdadeiros mestres. Rosina, Zé Ney,
Eliana, Maria Helena, Leoncío, Joarez e professor
Jurandir, Leoncío explicava matemática de
deixar agente de boca aberta eta professor
nota dez.
Estou falando tudo isso, pois eu amo MTV e
minha família mora aí , meus pais e alguns
irmãos, e fico triste de vê-los sempre na
mesma. E tudo que falei, tem a palavra tinha
, pois é tinha e tinha. Agora só resta saudades.
Montalvânia torço por você.
(Um usuário do site)
Improbidade
Paulo
Guedes acusado de usar bens públicos
em campanha antecipada
O deputado estadual Paulo Guedes (PT)
foi denunciado nesta semana ao órgão
do Ministério Público Estadual (MPE)
em Manga por utilização indevida de
bens públicos em suposto benefício de
sua campanha eleitoral antecipada. No
sábado, dia 3 de outubro, o parlamentar
promoveu reunião política, a pretexto
de apresentar a
prestação
de contas de seu mandato, no interior do Colégio
Sagrada Família.
No local funciona núcleo da Unopar – Universidade
do Norte do Paraná administrado pelo político
Henrique Fraga, candidato ligado ao grupo
político de Paulo Guedes, derrotado nas eleições
de 2008.
Para acomodar seus convidados, o deputado
petista usou dezenas de cadeiras escolares
cedidas pela Escola Estadual Presidente Olegário
Maciel.
O estabelecimento é dirigido por Edineida
Mendes Batista, correligionária de Paulo Guedes.
Como não era dia letivo, o empréstimo das
cadeiras não chegou a prejudicar os estudantes,
mas o caminhão encarregado do transporte acabou
derrubando parte do muro da escola.
Muro
da escola ficou parcialmente destruído.
Nem
o empréstimo das cadeiras nem a derrubada
do muro foram informados à Superintendência
Regional de Ensino de Januária, à qual está
subordinada a E.E. Presidente Olegário Maciel.
Tânia Maria de Matos Noronha, superintendente
Regional de Ensino de Januária, informou que
só tomou conhecimento do fato ao ser ouvida
pela reportagem da Folha do Norte. Ela garantiu
que vai mandar apurar os fatos e as responsabilidades.
Adiantou, entretanto, que a direção da escola
tem um ofício encaminhado pela SRE recomendando
evitar envolvimento com política partidária.
Esta não teria sido a primeira vez que o parlamentar
teria se valido de bens públicos em benefício
próprio.
Perante a 5ª Vara da Fazenda Pública de Montes
Claros o petista responde à Ação Civil Pública
n. 043304110797-3, ajuizada em 11 de fevereiro
de 2004.
Nela o deputado é acusado pelo MPE de ter
dado um carro da Associação dos Vereadores
da Área Mineira da Sudene (AVAMS) para pagar
duas pessoas que teriam prestado serviços
ao jornal Vale do Sol, de sua propriedade,
na época em que era presidente da entidade.
Fonte: Folha do Norte
Garagem
do Faustão
Washington
Sabino
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