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Patricia Souza Matos: Estou com muita saudade de Montalvânia essa é minha terra. Adorei o site que vocês fizeram. Só assim agente pode matar a saudade mesmo sendo de longe. Gerson: Esse site veio de encontro com minha saudade, ao visita-lo me lembrei dos momentos felizes que vivi nesse cantinho. Parabéns pelo site. Jane Aguiar: Tim, Parabéns! O Site ficou um luxo! Vc supreeende! Cada vez melhor... Uériston Sabino: Ao entrar no site de Montalvânia, me sinto mais próximo da cidade que amo. Parabéns Tim, pela brilhante idéia, dedicação e iniciativa. Fred Real: Magmifica a ideia de Reskala . Esse site e massa Tim bom gosto fotos das mulheres bonitas huahuahauaua. Parabéns meu querido Sucesso ai pra vc ! Lucas: Esse site foi muito bem organizado, elaborado e é um dos site mais acessados aqui em casa. Para deixar um depoimento Clique aqui!
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Convite
Justiça
Juíza Maria Beatriz Biasutti, bloqueou bens do ex-prefeito José Florisval de Ornelas

O ex-prefeito de Montalvânia José Florisval de Ornelas (PTB) já não pode mais dispor de todos os seus bens. Parte de seu patrimônio foi bloqueada ontem (26) por decisão da juíza Maria Beatriz Fonseca da Costa Biasutti, que é titular da comarca de Manga e substituta da comarca de Montalvânia.
A medida tornou indisponíveis bens do político cochanino até o valor de R$ 243 mil. O pedido foi feito numa ação popular ajuizada dia 11 de janeiro pelo advogado Geraldo Flávio de Macedo Soares.

Especialista em direito administrativo e recuperação de ativos desviados de prefeituras e câmaras municipais, Macedo Soares é militante uma organização não governamental que combate a corrupção em Montalvânia desde 2005, a VIDAC - Verdade, Independência e Desenvolvimento da Associação Cochanina. A entidade faz parte da Rede Amarribo de entidades de controle social. Ornelas, que geriu o município de 2001 a 2004 e de 2005 a 2008, terá 20 dias para contestar a ação e se contrapor à medida liminar que agora o impede de se desfazer de parte de seu patrimônio.

Macedo Soares explica que a ação popular foi resultado de trabalho de investigação conjunto feito pela VIDAC e pela Associação dos Amigos de Januária (ASAJAN), entidade que desde 2004 combate a corrupção em Januária e ajuda a formar ONGs com o mesmo objetivo em Minas Gerais. As investigações levaram à suspeita de que R$ 100 mil repassados em 2002 pela Companhia de Desenvolvimentos dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf) à Prefeitura de Montalvânia haviam sido desviados. O dinheiro serviria para a implantação de sistema de abastecimento de água para atender aos moradores pobres da comunidade rural de Capim Pubo, que anualmente sofrem com o desabastecimento causado pela seca.

Denúncia formulada pela VIDAC levou a Controladoria Geral da União (CGU), a Secretaria Federal de Controle Interno (SFCI) e a auditoria interna da Codevasf a investigar o caso. A denúncia foi considerada procedente. Além de fraude à licitação realizada para contratar a Construtora Radier, de Montes Claros, que faria a obra, os auditores descobriram outras irregularidades. Pelo menos três cheques referentes à conta bancária aberta especialmente para receber a verba do convenio foram sacados por pessoas totalmente estranhas à empresa vencedora da licitação. "Logo, a verba oriunda da Codevasf foi parar em mãos estranhas aos envolvidos no convênio", destacou a juíza.

Durante a fase de auditoria, Ornelas chegou a dizer à Codevasf que "reconhecia a prática de irregularidades", mas que não teria havido qualquer prejuízo aos cofres públicos. Forçado a devolver os recursos à Codevasf, que corrigidos chegam a R$ 243.040,39, o ex-prefeito teria aumentado ainda mais o prejuízo da Prefeitura de Montalvânia. De acordo com a decisão judicial, Ornelas teria lançado mão de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para efetuar a devolução.

Na liminar a juíza utilizou expressões como "o desfalque é visível" e "a lesão é patente". Observou ainda que após o dinheiro do convênio ser sacado no banco por pessoa totalmente estranha à relação dos convenentes, "para cobrir o 'rombo' e proceder à devolução da quantia à Codevasf, a Prefeitura lançou mão de dinheiro da municipalidade que já não mais contava em seus cofres com a verba do convênio, isto é, dinheiro outro, diverso daquele repassado pela Codevasf nos idos de 2002".

Para operacionalizar o bloqueio, foram expedidos ofícios ao Banco Central do Brasil, colocando em indisponibilidade o dinheiro existente em contas do ex-prefeito em qualquer agência bancária do país. Cartórios de registro de imóveis de Manga e Montalvânia, Departamento de Trânsito de Minas Gerais e Delegacia de Polícia também foram comunicados para que não seja efetuada a transferência de nenhum bem móvel ou veículo de propriedade de Ornelas.

Biasutti justificou o bloqueio dizendo que ele se destina a evitar que ao longo do processo o ex-prefeito dilapide seu patrimônio. Isso poderia frustrar a possibilidade de devolução dos recursos à Prefeitura de Montalvânia, tornando incerta a efetividade da ação. "O popular ganha, mas não leva", observou a magistrada.

Fonte: blogdofabiooliva
Histórias que o povo conta
História: Mão de vaca
Enviada por: Santos
Mineiro tem a fama de \'mão fechada\'.Acho que não são todos. Pelo menos eu sou mão... Aberta...! Mas conta se que nos anos 70, um senhor por nome de Mauricio, família dos pereiras esteve por estas bandas a procura de tratamento de um mal que o perseguia por anos.

Com muita pechincha conseguiu em um hospital, aqui em Goiânia uma consulta quase de graça. Porem como o medico suspeitou de ua doença rara e meia emcubada que só teria um diagnostico correto através de vários exames, envia o a laboratorio para fazer-los o mais urgente os quais ficaram muito caros, mas tinha que fazer... Se não...! Mas como o senhor Jesus estava dando uma maozinha pra este cidadão, aconteceu o milagre.

O medico ficou surpreso, pois os exames deram negativos. Ao ser informado o Sr Mauricio ficou furioso e começou discutir com o medico mais ou menos assim: -Dr,eu não acredito que o senhor mande eu fazer tantos exames,agora vem me dizer que eu não tenho nada? -Eu gastei um absurdo Dr! Tive que vender minha pareia de boi tão mancinho,pra interar o dinheiro! - Dr.

Você vai ter que devolver parte deste dinheiro! Este camarada deu um trabalhão para que o meu tio o tirasse da idéia de ter o dindin de volta. Segundo informações ai das canoas, este individuo onde mora, ta vivinho e tem uns boizinhos, mas com essa mauduragem tem que ter mesmo.

Túnel do tempo
Fotos antigas


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Banco do Brasil
Agência do BB em Montalvânia
Januária 11 de Janeiro de 2010

Prezada Deputada Federal Jô Moraes (PCdo B), A cidade de Montalvânia no norte de Minas já possuiu 04 agencias bancarias (Banco Econômico, Minas caixa, Banco do Brasil e o Banco do Nordeste), Hoje temos apenas o BNB, que não atende a demanda, pois os funcionários publico estaduais e os aposentados e

pensionistas precisam se deslocar até a cidade de Manga para realizarem suas operações bancarias no banco do Brasil daquela cidade, isso também ocorre com a população de Juvenília, sendo que muitos assaltos tem acontecido na estrada que liga Manga a Montalvânia, e outros problemas que nos fora relatado por muitos comerciantes de produtores daquela cidade.

Pelo exposto solicito da Ilustre deputada Intervir Junto a direção do Banco Do Brasil no sentido de reabrir a Agencia de Montalvânia, informo ainda que já existe o prédio disponível (onde funcionava a antiga agencia) e que as Prefeituras de Montalvânia e de Juvenília estão dispostas a colaborar no que for preciso para a reabertura da citada agencia. Certo de poder contar mais uma vez com a costumeira atenção, desejo um ano novo repleto de êxito.

Atenciosamente,

Sidney Olimpio PCdoB de Januária MG

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Lembranças
Em destaque

Que bela matéria deixada no cantinho virtual por um usuário do site, em que lembra tantas coisas belas e divertidas que aconteciam em Montalvânia, lembrou das grandes personalidades que para mim são inesquecíveis que fizeram e fazem histórias.
Falou de futebol, esqueceu de falar do campo onde hoje está instalada a praça dos esportes, naquela época o futebol era

alegre, a cidade parava nas tardes de domingo em que tinha jogo, a torcida lotava a beira do campo com o seu tradicional radinho de pilha, de olho no jogo e com o ouvido ligado no clássico "cruzeiro e atlético" que era uma verdadeira batalha e diversão.

Lembro da farra que fazia o Toninho Custódio em seu famoso Jipão, quando o Atlético ganhava, era a maior algazarra, são coisas memoráveis.

Com a transferência do campo para outra localidade, acho que o futebol perdeu a alegria, o entusiasmo e a memória, o futebol de Montalvânia era muito forte tinha muitos valores, pena que não tiveram apoio, que com certeza teriam despontados no cenário nacional do futebol, e ainda vale relembrar o futebol de salão no clube camponês todas as tardes, que animação, depois uma cervejinha acompanhada de uma cuba livre, ao som sereno das águas do rio cochá..... Hoje não passa de uma utopia.

Quem não lembra do grupo musical, que salvo engano, chamava-se JENESES e depois passou a se chamar "COISA NOSSA", composto por Mero, Heleno, Heloi e outros, sempre que iniciavam ou finalizavam um show tocavam a música "MILIONÁRIOS", quanta lembrança.

Mas o que nos conforta no quesito musical é que ainda temos muitos valores extraídos dessa terrinha, um grande exemplo é o nosso querido Washington Sabino, um artista da nossa terra que quantas vezes animou os finais de semana no clube camponês com suas músicas ao lado do seu irmão Jenecy, que naquela época já vislumbrava um futuro promissor pelo seu talento e dedicação, hoje vem crescendo de produção a cada dia, galgando cada passo com muita humildade, isso é muito gratificante para nós cochaninos, poder ouvir suas músicas e dizer esse é da minha terra. Suas músicas tem qualidades,"Inimigos da Verdade", pegou muito bem com o seu estilo, faz até lembrar um pouco do Renato Russo, apenas mera coincidência, pois o Washington tem seu estilo próprio.

Precisamos valorizar mais esse artista, pois ele é coisa nossa é o orgulho cochanino. Montalvânia é isso... É por essas e outras que ela desenvolva em abundância e brilhe para sempre, como já dizia Filadelfo na letra do seu hino \"estou longe, mas lhe tenho presa nas minhas mãos". A recíproca é verdadeira quem está distante nunca esquece, tem com certeza um carinho especial por aquela terrinha e a tem presa nas mãos sempre.

Miguel
Email: leugim2809@hotmail.com

Política
Os tucanos voam mais alto
A oposição sai na frente no primeiro confronto entre chapas completas rumo ao Planalto. Até mesmo Aécio Neves, que anunciou estar fora da disputa, aparece como um candidato forte.





Opinião do internauta
Em destaque

Super interessante a matéria da Rua Montalvânia. Infeliz coincidência ou mero descaso do destino. Para quem conhece a pobre Montalvânia, mesmo estando de longe, percebe que a semelhança nunca será mera coincidência. Será que o prefeito da cidade já assistiu ao vídeo? Como padre, acredito que pelo andar da carruagem, o mesmo não tem medo dos castigos de Deus,

porque se o tivesse já teria feito algo pelo bem estar da população que o elegeu.

Seria de bom tom que a assessoria do mesmo lhe mostrasse o vídeo, assim como a câmara de vereadores, quem sabe a carapuça não cai e a vergonha chega na cara dos mandatário da cidade.

No mais Feliz Natal a todos e que o ano novo venha carregado de bons ventos e que a população se conscientize que urna é mesmo um grande pinico e sendo assim dê merda a vontade para os políticos que ora infestam a região.

Nome: Celio Olimpio
Cidade: Elizabeth-New Jerssey-EUA

Curiosidade
Será que o nome da rua é uma homenagem a situação da nossa cidade?
(Moradores reclamam de ruas sem asfalto no Jardim São José - São Paulo)
Há 40 anos os moradores pedem que a Rua Montalvânia seja asfaltada. Segundo eles, a prefeitura diz que não há verbas. A poeira incomoda quem mora no local. Também falta segurança na região.

Veja o video...

Armadilha - Para refletir - Matéria publicada em 2007.
Hoje: de 2010 -
Mais ação, menos discurso
A velha armadilha do asfalto que não chega.
Paulo Guedes ao lado do ministro Walfrido Mares Guia e do vice-presidente da República, José de Alencar, na comemoração da vitória em outubro de 2006: euforia cede espaço à realidade
Há um ano o deputado Paulo Guedes (PT) flutuava na nuvem benfazeja que envolve os vitoriosos. O ex-vereador por Manga em três mandatos acabava de conquistar o passaporte para a Assembléia Legislativa de Minas Gerais após campanha eleitoral memorável e recheada de incertezas.
Sua excelência ainda sorvia, numa espécie de torpor e incredulidade, o líquido suave da generosa taça do triunfo.

Campanha
Coisas da vida

Venho por meio deste valioso instrumento de comunicação conclamar os cochaninos para a campanha dos cinco quilos de arroz a famílias carentes de Montalvânia. Madre Tereza de Calcutá nos ensina com infinita sabedoria que um pingo d`água no oceano é diferente do oceano sem aquele pingo d´água. E nossa humilde campanha para levar um pacote de arroz a famílias carentes é,

sem dúvida, um pingo d`água no imenso oceano de tantas necessidades, mas é um pingo d`água.

Mas para isso acontecer faz-se necessário a sua ajuda, o seu imprescindível apoio. A campanha não é minha. É nossa. Vamo-nos unir nessa empreitada e, juntos, proporcionar àquelas famílias um momento de alegria.

Você que está longe, passe um e-mail, telefone, peça a um parente ou amigo em Montalvânia para contribuir em seu nome. A despesa é irrisória. É a troca de um simples pacote de arroz de cinco quilos por um exemplar do meu livro Coisas da vida. A campanha vai até o NATAL. Se houvesse mais irmandade entre as pessoas, se respeitássemos as diferenças, se contribuíssemos para diminuir o distanciamento social o mundo não estaria tão estranho e não grassava tanta violência. Sem que se perceba há um distanciamento entre o filho e o pai, o patrão e o empregado, o político e o eleitor, o professor e o aluno, o pobre e o rico, o CRIADOR e a criatura.

As cenas de violência veiculadas na imprensa, ocorridas no estádio do Coritiba, são provas desse distanciamento. Hoje, as pessoas vivem sozinhas em extrema solidão. A televisão e o próprio computador são veículos de isolamento. Sozinhas, isoladas, elas não conseguem resolver os anseios, atribulações, aspirações, problemas. Com o tempo, isso vai se acumulando de tal forma que se transforma em revolta íntima. Revolta essa que, pelo mais fútil motivo, explode como uma bomba, levando seres humanos a se transformarem em verdadeiros monstros.

Nenhum de nós consegue esconder a indignação com o rumo que tomou a política nacional. É difícil permanecer passível diante de tanta falta de escrúpulo. Mas eu diria que conheço o culpado. Leia em Coisas da Vida o texto e-mails e você vai conhecer o vilão de toda essa malandragem que tomou conta do país. No século passado, em discurso proferido no Senado Federal, Rui Barbosa profeticamente disse: "De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto." Prezado amigo, não fique triste porque ainda não perdemos a guerra.

O mundo, maniqueísta, sempre esteve inserido no antagonismo de duas grandes forças: o bem e o mal. Todos nós conhecemos a história do frágil menino Davi que venceu o temido gigante Golias. Exemplo bíblico da luta do bem contra o mal. E o bem venceu.

E o bem vencerá. Porém nada vai acontecer se ficarmos parados, esperando um grande milagre. É preciso que lutemos. Quando se ajuda quem necessita, é manifestação do bem. Quando se faz uma crítica construtiva, mostrando a solução e se colocando à disposição para ajudar no que for possível, é manifestação do bem. Quando se leva conforto a doentes ou se apresenta como voluntário numa catástrofe, é manifestação do bem. Quando se abraça a missão de curar jovens drogados, ou orientar crianças sobre o mal que a droga causa à saúde e à humanidade, é manifestação do bem. Quando se é fonte de esperança a tantos desesperançados, é manifestação do bem.

Há muita coisa grande para se fazer. Mas, às vezes, realizando pequenas coisas estamos contribuindo para um mundo melhor. São gestos pequenos, mas que fazem a diferença. A mudança está em cada um de nós. Está em você, em mim, em todos. A mudança acontece quando lutamos pelos nossos direitos. Quando valorizamos a educação, a arte, a cultura, a natureza. Quando paramos de reclamar da vida e abrimos um sorriso para o nosso vizinho, para o colega de trabalho, para o nosso semelhante. A mudança está na educação e na conscientização das crianças de hoje. Crianças que serão os homens do amanhã. Homens que saberão escolher seus governantes, respeitar a natureza, o próximo, indiferente de o próximo ser branco, preto, índio, gay, drogado, mendigo ou portador de deficiência. Homens que saberão valorizar a vida e, sobretudo, a família. Homens de fé que verão a humildade e a fraternidade como as maiores virtudes, e o amor como o início de todo esse processo de mudança.

Eu diria que juntos nós podemos mudar o mundo. E usaria a frase do presidente Barack Obama em seu discurso de posse: "Yes, we can". Sim, nós podemos. O amanhã virá e, com certeza, o sol haverá de brilhar lindo como sempre. E o sorriso haverá de estampar na face de todos os necessitados, os oprimidos, os excluídos. E de todos aqueles que pregam e jamais se esquecerão de pregar o amor. Tenho certeza. Conto com vocês! Feliz Natal e um Ano Novo de muitas realizações e muiiiiiiiita PAZ.

Almir Sabino
BR-135
IBAMA DÁ "NIHIL OBSTAT" PARA BR-135
Sai autorização do Ibama para obra do trecho da BR-135 entre Manga e Montalvânia


O deputado estadual Paulo Guedes (PT) fez rasante aqui em Brasília nesta quarta-feira para acompanhar de perto o prazo final

da apresentação das emendas parlamentares ao orçamento federal de 2010. Guedes faz marcação cerrada nas emendas que tem em "joint-venture" com o deputado federal Virgílio Guimarães (PT-MG).

Em contato via celular com o signatário deste Blog, o parlamentar mineiro colheu novidades aqui na capital federal e voou de volta para Belo Horizonte no início da noite com boas notícias para contar ao eleitor do extremo Norte de Minas, sua principal base eleitoral. A mais importante delas: saiu o tão aguardado licenciamento ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) que autoriza a realização da obra de asfaltamento no trecho de 64 km. da BR-135 entre os de Manga e Montalvânia.

A falta do nihil obstat ("nenhum obstáculo" ou "nada impede") do Ibama foi até aqui o principal entrave para o início da obra e pode colocar um ponto final na longa espera pelo asfalto da rodovia federal. A outra boa noticia é que o Departamento de Infraestrutura de Transportes (Dnit), aqui em Brasília, acatou o projeto executivo elaborado pelo Batalhão de Engenharia do Exército para o mesmo trecho da BR-135. O documento foi entregue há pouco mais de um mês e foi decisivo para que fossem ultrapassados os principais obstáculos que impediam o início das obras.

Trata-se de mais um ciclo de idas e vindas nessa cansativa novela do asfalto da BR-135 entre Manga e Montalvânia. O tal projeto executivo do Exército é esperado desde o início do ano. Ameaçou sair em agosto, para depois sair do radar. O documento é resultado do trabalho de campo realizado pelo Batalhão de Engenharia no final do ano passado na região de Montalvânia e foi encaminhado ao Ibama para a obtenção do licenciamento ambiental federal que autoriza o início das obras.

Mesmo com a sinalização do Dnit de que o assunto deve avançar daqui por diante, o deputado não soube precisar o prazo para que a construtora comece efetivamente a realizar a pavimentação entre Manga e Montalvânia. Apesar dos recursos para a obra já terem sido empenhados pelo governo, falta definir outro ponto importante para que o Ministério dos Transportes dê o sinal verde para as máquinas começarem a trabalhar. E que ponto seria esse?

É que o projeto da obra em mãos do Dnit foi elaborado pelo Departamento de Estradas e Rodagens mineiro naquele período em que a União transferiu para o Estado a gestão das estradas federais que cortam Minas Gerais (DER-MG) tem especificações técnicas diferentes das exigidas pelo órgão de infraestrutura nacional.

Um exemplo: o Dnit exige que o acostamento das rodovias federais tenha três metros de comprimento e o projeto do DER-MG prevê a metade dessa metragem. A espessura da massa asfáltica, segundo o deputado Paulo Guedes, também tem parâmetros diferentes do que está no projeto. Uma possibilidade de contornar mais esse senão é o aditamento em até 25% do valor do contrato.

Ainda de acordo com o deputado, a outra boa notícia é que o Batalhão de Engenharia do Exército já entregou ao Dnit o projeto executivo de outro trecho da BR-135 que interessa muito à população da região: o trecho entre Montalvânia e a cidade de Cocos, na Bahia. E mais: devem ser retomados também os estudos para a autorização do licenciamento ambiental do trecho da mesma rodovia que separam as cidade de Itacarambi e Manga.

A não construção desse “pedaço” da rodovia cria a situação surreal de descontinuidade no asfaltamento da rodovia federal na região. O trecho da BR-135 que liga Manga a Itacarambi, no entanto, permanece sem previsão de início. O que torna a ligação entre Manga e Montalvânia uma solução boa, mas ainda uma espécie de meia boca.

Fonte: BLOG DO LUÍS CLÁUDIO .

Saudade
Montalvânia do progresso ao regresso

Montalvânia já teve, cabaré, cinema, boates, carnaval de blocos de rua, com o grande Chico pedreiro, carnaval no Clube Camponês, teve carretas cheias de gado na praça Maomé, teve Padre Guilherme e Padre Ugo, teve freiras, grupos de jovens, aos quais brilhavam muito com suas peças teatrais, teve bancos como; Banco do Brasil, Banco Econômico, Minas Caixa, eu sei que tem
bancos que não existe mais, mas o Banco do Brasil poderia está em MTV, e outros bancos mas a cidade só regride, no tempo do Banco do Brasil corria muito dinheiro, era uma movimentação de gente, saudades do tempo do pudim de Melquiades, do sonho da padaria de Nem, e as muriguinhas e formato de moringa que delícia, as brincadeiras de giribita, roba bandeira, pula macaco, baleada, banco imobiliário.

Era um tempo inocente, que não deveria mudar, interior é o que era antigamente. Hoje MTV deveria ter um projeto social para ajudar os jovens que não tem condições de sair da cidade para estudar fora, ter cursos técnicos profissionalizantes, dar um incentivo aos jovens, um projeto onde corre dinheiro como projeto Jaíba, MTV, tem São Gonçalo tem o rio Cochá e o rio Poções, só falta incentivo.

Até tiú e gambá acabou era tão bom as brigas, dos lados vencia o melhor, tinha campeonatos na praça de esportes, vollei, futebol e outros. Hoje MTV só tem um banco, o forum e a rodoviária, deveria ter muito mais. Esqueci de falar dos grandes mestres, eles não tinha curso de mestrado, mas eram verdadeiros mestres. Rosina, Zé Ney, Eliana, Maria Helena, Leoncío, Joarez e professor Jurandir, Leoncío explicava matemática de deixar agente de boca aberta eta professor nota dez.

Estou falando tudo isso, pois eu amo MTV e minha família mora aí , meus pais e alguns irmãos, e fico triste de vê-los sempre na mesma. E tudo que falei, tem a palavra tinha , pois é tinha e tinha. Agora só resta saudades. Montalvânia torço por você.

(Um usuário do site)
Improbidade
Paulo Guedes acusado de usar bens públicos em campanha antecipada

O deputado estadual Paulo Guedes (PT) foi denunciado nesta semana ao órgão do Ministério Público Estadual (MPE) em Manga por utilização indevida de bens públicos em suposto benefício de sua campanha eleitoral antecipada. No sábado, dia 3 de outubro, o parlamentar promoveu reunião política, a pretexto de apresentar a
prestação de contas de seu mandato, no interior do Colégio Sagrada Família.

No local funciona núcleo da Unopar – Universidade do Norte do Paraná administrado pelo político Henrique Fraga, candidato ligado ao grupo político de Paulo Guedes, derrotado nas eleições de 2008.

Para acomodar seus convidados, o deputado petista usou dezenas de cadeiras escolares cedidas pela Escola Estadual Presidente Olegário Maciel.

O estabelecimento é dirigido por Edineida Mendes Batista, correligionária de Paulo Guedes. Como não era dia letivo, o empréstimo das cadeiras não chegou a prejudicar os estudantes, mas o caminhão encarregado do transporte acabou derrubando parte do muro da escola.
Muro da escola ficou parcialmente destruído.

Nem o empréstimo das cadeiras nem a derrubada do muro foram informados à Superintendência Regional de Ensino de Januária, à qual está subordinada a E.E. Presidente Olegário Maciel.

Tânia Maria de Matos Noronha, superintendente Regional de Ensino de Januária, informou que só tomou conhecimento do fato ao ser ouvida pela reportagem da Folha do Norte. Ela garantiu que vai mandar apurar os fatos e as responsabilidades.

Adiantou, entretanto, que a direção da escola tem um ofício encaminhado pela SRE recomendando evitar envolvimento com política partidária.

Esta não teria sido a primeira vez que o parlamentar teria se valido de bens públicos em benefício próprio.

Perante a 5ª Vara da Fazenda Pública de Montes Claros o petista responde à Ação Civil Pública n. 043304110797-3, ajuizada em 11 de fevereiro de 2004.

Nela o deputado é acusado pelo MPE de ter dado um carro da Associação dos Vereadores da Área Mineira da Sudene (AVAMS) para pagar duas pessoas que teriam prestado serviços ao jornal Vale do Sol, de sua propriedade, na época em que era presidente da entidade.

Fonte: Folha do Norte
Garagem do Faustão
Washington Sabino
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