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aqui um pouquinho da história da nossa querida cidade
(Montalvânia). Veja também um texto produzido pelo fundador
da cidade Antônio Montalvão. |
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Fundador:
Antônio
Lopo Montalvão
Fundação:
1962
Estado:
Minas Gerais |
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Montalvânia,
localizada no Norte de Minas, traz
em sua história, os mistérios e curiosidades
que marcaram a vida do autodidata
que a fundou. A cidade é banhada pelas
águas cristalinas do Rio Cochá. A
paisagem é belíssima e existem grandiosas
formações rochosas. O município tem
cerca de 17 mil habitantes.
O autodidata Antônio Lôpo Montavão
foi o fundador da cidade. Segundo
os moradores, ele enfrentou os coronéis
para construir a cidade. Montalvão
fez uma casa no alto do Monte Lopinho
para apreciar o nascimento do lugar.
Mais tarde, a casa abrigou um instituto
de filantropia e uma escola.

Segundo Cássio Montalvão, filho do
fundador, o pai reunia algumas pedras
retiradas de escavações e dizia que
encontrava nelas a história da criação
do universo. Montalvão acreditava
que viveria mais de 100 anos, mas
morreu pouco depois dos 70, de infarto,
enquanto dormia.
De acordo com os amigos, Montalvão
tinha o corpo fechado. O aposentado
Waldemar dos Santos disse que ele
se transformava para despistar os
inimigos, que eram os coronéis que
o perseguiam.
- Ele pressentia quando lhe queriam
fazer o mal. Quando as pessoas chegavam
ao local, encontravam apenas um toco.
Acontecia de pisarem no toco e na
verdade estavam pisando na cabeça
dele.
- disse o aposentado.

O empresário Agostinho Lacerda lembra
que, em noites de lua, Montalvão recebia
mensagens do além. Vozes avisavam
onde o fundador de Montalvânia deveria
arrancar uma laje de para encontrar
o livro da criação do universo. Agostinho
diz ter acompanhado a expedição até
o misterioso local.
- O portal está lá. Nunca foi aberto
até hoje. Onde foi feita a escavação,
caiu uma pedra de cerca de 50 toneladas
e tampou a boca de entrada.
- disse o empresário.

A cidade foi planejada com uma praça
central onde convergem ruas e avenidas.
Todas são largas e batizadas com nomes
de pensadores, profetas e cientistas.
Para conseguir a emancipação, o fundador
teve que ser prefeito de Manga, município
vizinho, em 1959. O objetivo era trazer
benefícios e desenvolvimento para
o Montalvânia. Mas a estratégia não
deu certo. Os coronéis resistiram.
Então, numa ação ousada, ele contou
com a ajuda de amigos, retirou todos
os documentos da prefeitura e instalou
em Montalvânia a sede administrativa
do município. Para conseguir benefícios
para os moradores, ele abriu mão de
bens próprios. Montalvão trocou uma
fazenda dele pelo asfaltamento das
ruas.
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Texto
produzido pelo fundador
de Montalvânia, Antônio
Lopo Montalvâo. |
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Montalvânia
nasceu de uma necessidade, como
a semente que necessita de nascer.
Eu sempre tive na idéia a semente
de uma cidade, como a Cidade dos
Templos de Monte Albán, na província
de Monte Rei, no México antigo,
onde o deus Quetzalcoatl foi iludido
pelo demônio Huitzilopochtl; mas
realmente eu pensava na Nova Tróia
invencível, fadada aos descendentes
de Enéias. Retornando de Buenos
Aires para Oiracueba, o nome oficial
da vila de São Sebastião de

de Poções, no município de Manga,
foi como se houvesse descido da
fronte de um árvore viçosa para
as suas raízes fincadas entre
estercos imundos. Estercos capazes
de se tornar em adubo Busquei
melhorar Piracueba, encontrando
ali a reação de um povo servil
que refletia o carrancismo coronelesco
de Manga, a qual incultava a idéia
de ser eu um impostor, incapaz
de qualquer criatividade. Obstado
ali em tudo, inclusive pela topografia
e pelo nome dissonante de Piracueba,
decidi entrar pelas brenhas e,
dentro da virgindade da natureza,
em local propício, deixar nascer
a semente da minha cidade ideal,
onde o lar, seria o templo e a
família seria o dever.
Assim é que, nas margens do rio
Cocha, um afluente do Carinhanha,
surgiu um faixa com a inscrição
desafiante: cidade de Montalvânia.
Isso a 22 de abril de 1952.

Montalvânia nasceu e cresceu entre
as adversidades do meio ambiente,
como aquelas crianças pré-destinadas
e ameaçadas por quem temem o seu
destino mas, sobreviveu a todas
as tentativas de extermínio, passando
diretamente de povoado a cidade
em 1962, tendo sido antes sede
eventual da administração municipal
de Manga, onde não havia ambiência
administrativa.

A iniciativa privada construiu
uma rodovia de terra ligando Montalvânia
a Brasília, a qual se transformou
na rota da BR-030, que se estente
até a Bahia de Maraú, no Atlântico.
A lei federal nº 5.603, de 1969,
de autoria do então deputado Vasco
Filho, denominou-a de via Dom
Bosco, em homenagem ao sonho daquele
santo em 1883: na 4ª geração haveria
de surgir uma larga estrada ligando
um lago interior ao oceano e passando
por uma terra prometida onde corriam
rios de leite e mel e jaziam grandes
tesouros encobertos.

Existe vários minérios na região,
com emanações de metano e do leite
(base do petróleo) em qualquer
perfuração do solo. Mas, o maior
tesouro de Montalvânia é o tesouro
histórico nas inscrições rupestres
que se tornaram como um álbum
biológico espacial, evidenciando
que somos nós os anões humanos
meras larvas agigantadas de estrela-do-mar,
precedidas por gigantes descomunais,
por ciclopes e sereias,enquanto
essa linhagem humana fora também
precedida por seres antropomorfos
exóticos, a evidenciar que o antropomorfismo
não é privilégio humano nem humanismo
é privilégio terráqueo.

Evidencia também essa Bíblia de
Pedra que seremos sucedidos por
uma raça de cabeça sem corpo,
de mentalidade sem músculos ou
de nexo sem sexo, comunicando-se
por telestesia e a constituir
a inteligência universal; sua
nutrição, como a dos deuses, seria
de produtos já assinados, como
o leite e o mel, ou, como acontece
com a cabeça e acontecia com Cronos,
a alimentar-se diretamente de
sangue sem impureza.
Evidencia-se o relevo da região
de Montalvânia, que tivemos uma
longa estiagem marítima num nível
de 650m de altitude, quando o
maciço brasileiro, o maciço guiano
e os Andes eram ilhas isoladas
com as denominações de Terra do
sol, de Ra ou de Anti (Atlântida);
Terra da Lua ou de Mu (Amazônia);
Irmisul ou Grande Coluna (Andes).Essa
era a Trôade dedicada a Posêidon,
Zeus e Hades, onde se desenrolou
a Guerra de tróia dos gregos ou
a Hamayana dos indus. Gregos e
troianos é a mesma coisa que Iezeus
(filho de Zeus) e Ionas (filho
de Oann, Posêidon), como Jesus
X Jonas, enquanto o vocábulo quíncha
Kari significa Messias, Cristo
e, conseqüentemente Carinhanha
significa mar de Cristo. Cochá,vem
de Mama Cocha, o Lago Matriz onde
surgiu a humanidade, com indícios
de que o Vale do São Francisco
fora um grande lago, talvez o
Tritônisdes, enquanto o pantanal
de Mato Grosso seria o Mar de
Tétis dos gregos.

A inscrições rupestres de Montalvânia
podem trazer a lume os mistérios
da humanidade e da biologia em
geral, capazes de exigir um reformulação
científica com o corolário social,
numa guinada capaz de descortinar
a Tróia invencível, da invencibilidade
do pensamento humano sem fronteiras
entre sociedades, entre nações,
entre continentes, entre planetas,
entre sistemas solares.
E isso deve surgir de um instante
para outro, como a pucrícia que
transforma a menina irrefletida
em mulher consciente ou, o humano
animalizado em animal humanizado.
Até lá. |
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