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Montalvânia - MG /
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História: Vai gostar de doce assim na...
Enviada por: Cid Olímpio
A nossa turma era levada. Muito menino cheio de estripulias. Eu, Vandão de Nestor, Washington Sabino, Mádson, Jordão, Paulo do Sargento, Nanô, Marquinhos de Manu, Tonhão, Liberato, Cícero, Tico, César (irmão de Tico, hoje, Da Mata) e tantos outros garotos de uma época nobre o deliciosa de Montalvânia. Tomávamos, todo santo dia, banho do Cochá, brincávamos de bang-bang nas ruas, jogávamos futebol no campão, na quadra do Clube Camponês, bolinha de gude em tudo quanto é canto e, nos finais de ano, íamos seguindo os violeiros nas folias de Reis. Aí é que está o cerne de nossa história (com agá porque é verdadeira). Dentre esses e mais os \"tantos outros\" havia um colega, o qual chamá-lo-ei de Luizinho e dar-lhe-ei filiação de D. Izaura. Pois, ora, pois. Luizinho era, de nós, o mais levado e sem-vergonha. Em toda e qualquer festa, era o primeiro a enfiar a mão nos quitutes oferecidos.

D. Izaura tinha muita vergonha do \"maleducado\" (assim mesmo, com erro de português e tudo). Dias daqueles, festa de Santos Reis na Vila Nova, casa de seu Jerônimo Baixinho, a viola comia solta. É claro, D. Izaura e seu filhote estavam presentes. Ela, anteriormente, na saída de casa, advertiu severamente ao pimpolho de que Ele só aceitaria qualquer guloseima que Ela confirmasse. Ainda, disse-lhe que não aguentaria do moleque qualquer descompostura, haja vista que o sem-vergonha era useiro e vezeiro na boca-porca. Todos os palavrões se lhe sobrepunjavam a mente. Era mestre nisso.

A mãe, contudo, lhe havia, além de ofertas de belos puxões de orelha, mostrado uma cinta de couro cru que, certamente, iria ao seu lombo assim que perpetrasse qualquer malandragem que enverganhasse o bom nome da família izaurina. Bem, na festa, o que era comum naquele tempo, sobrevinham cestos de deliciosos quitutes. O primeiro a ser servido pela filha de \"Jerumim\" foi peta. Ofertado o petisco ao Luizinho, esse, lampreiro, leva a mão à cesta, mas foi severamente repreendido por D. Izaura. \"Ele num quer não. Nun gosta de peta\". Luizinho franziu a testa, grunhiu qualquer coisa e aboletou-se quito ao canto da sla. Olhou furibundo a mãe e sapecou baixinho palavras ininteligíveis.

Mais tarde, novamente outra cesta de biscoito roda a sala. Desta vez, pão-de-queijo. Os olhos de Luiz brilharam. Ao levar a mão a cesta, novamente D. Izaura alardeou. \"luizinho quer pão-de-queijo não. Ele num gosta\". O menino arrepiou. Olhou para a mãe de cima a baixo e quase vociferou palavrões. Contudo, lembrou-se da cita de couro cru e aquietou-se. Mais tarde, uma bandeja de bolo de fubá...o preferido do moleque, que, babando, avança sobre a bandeja. A mão de D.Izaura o freiou: \"gosta não. Quer não\". Essa foi de lascar, luiz foi ao fundo do poço. Mas resignou. Então veio o doce de leite. Aquele delicioso doce de leite em postas, cortado, durinho, cheiroso, maravilhosamente bem feito por D. Catarina, esposa de Seu. Jerumim. Tão bom quanto o doce feito por D. Maria de seu Nestor, mãe de Vandão. Luizinho levou a mão já deliciando aquela guloseima. Com a mão já na borda da bandeja escuta a Velha D. Izaura afirmar: \"Ele nun qué não. Luzinho não gosta de doce. Nun gosta não\".

Aí foi demais, o rebento, torce o nariz, respira fundo, olha para a mãe com olhar de tatu enjaulado, encara bem a mãe e diz: \"num gosta...num gosta...olha a bestage de mãe? Eu já dei até o cu por um pedaço de rapadura num vô gostar de doce de leite?\"

Cid Olímpio
Histórias
 
 
História: O exemplo arrasta
Enviada por: Carlos Reis
O moral dessa história de exemplos, pensamentos positivos e atitudes que arrastam, quase todos estão carecas de ouvir, mas pode ser que os mais novos, que utilizam o espaço desse "site" para tantas atividades, não tenham conhecimento, por isso me disponho a contá-la de uma forma diferente, baseado na minha experiência de vida, pois, quando eu era criança no interior de Montalvânia (interior do interior) alguém me perguntou o que eu queria ser quando crescesse, se crescesse né? Porque sobreviver naquelas condições já era uma vitória e eu respondi sem pestanejar: - QUERO SER VAQUEIRO. Ora, naquela época eu só convivia com meus parentes e era o que eles sabiam fazer e faziam muito bem e com prazer.

Mas, meu pai, meu ídolo, trabalhou duro, ganhou um dinheirinho, deixou a roça e comprou uma casa na vila, para que os filhos pudessem estudar e para lá fomos nós. Foi quando vi um caminhão pela primeira vez, fazendo zique-zaque para sair de um atoleiro. O motorista fazia manobras loucas e então eu mudei de opinião e quando me perguntavam o que eu queria ser, respondia que queria ser CAMINHONEIRO. Era a coisa mais incrível que eu tinha visto e passei a sonhar com longas viagens, caminhão roncando na estrada..... "no peito a sombra de um dragão" e etc.

Mas, com o passar do tempo os caminhões se tornaram rotina em minha vida e eu, estudando, queria ser PROFESSOR. Depois, passei a querer ser AUXILIAR DE ESCRITÓRIO e trabalhar como auxiliar no Escritório de Contabilidade do Zé Pereira/Toninho foi a realização de um grande sonho e quando fui trabalhar no Cartório (do Orlando) passei a sonhar em ser dono de cartório.

Mas o sonho de meu pai era que eu fosse "Advogado", como Sebastião Custódio e meu pai sempre dizia para mim e para todos os amigos que eu iria ser e aos 17 anos passei a sonhar também o sonho de meu pai e acreditar, embora não soubesse muito bem o que era, mas, com muita luta minha e de toda minha família, consegui, depois que passei pela experiência de ser faxineiro e office boy.

Bem, mas o que importa nessa história e que gostaria de ressaltar é que minha vontade foi mudando com o TEMPO, com o INCENTIVO do meu pai/amigos e com os EXEMPLOS que via ao meu redor, por isso penso que é necessário que tenhamos sempre um PENSAMENTO POSITIVO, um BOM PROPÓSITO, um QUERER FIRME e ACREDITAR QUE TUDO É POSSÍVEL na medida de nosso ESFORÇO e de nossa FÉ, por isso devemos ter cuidado com o que DESEJAMOS, para nós e para os outros, com o que FALAMOS e principalmente com o NOSSO AGIR, pois o EXEMPLO ARRASTA.

Carlos Reis
E-mail: c.reis@carlosreisadv.com.br
História: Mustela Putorius Furos!
Enviada por: Cid Olímpio
Minhas andanças ao antanho trouxeram-me, mais uma vez, a vívida lembrança de uma das mais espetaculares personagens de minha Montalvânia querida e pacata. Ele personificava o glamour e a beleza dos heróis do Monte Olimpo. Com certeza ao se vislumbrar imagem, detestava tudo que não fosse espelho. Narciso. O cara.

Nossa personagem era um homem. Moreno homem descendente do povo de Kam. Seu cabelo encaracolado, era de um negror ferrenho. (Se fosse cearense, um belo poeta das épocas de engenho descreveria suas madeixas como... Negras como as asas da graúna...). A cabeça? Ora, a cabeça era pequena. Melhor... Era enormemente... Absurdamente... Pequena. Isso mesmo uma cabecinha. Já os olhos!!! Bem, os olhos de nossa personagem eram cor de folha seca. Porém, grandes, rasgados, parecendo duas grandes amêndoas.

O nariz. Que nariz. Abastado nariz. Duas grandes aberturas davam-lhe a graça e jaça que realmente se lhe parecia. Duas belas fossas nasais nasciam da confluência superior advindas dos sombrolhos. Era uma coisa o nariz de nosso querido amigo. Agora os lábios. Bem, o melhor é chamarmos aquilo de beiços. Isso mesmo. Quatro grandes beiços. O superior, dividido em duas partes e o posterior, também se dividia em dois. Nossa personagem assim, pois, em função de tamanhos lábios (lábios???) detinhas afinal seu epíteto... JOAQUIM BEICIM. Grande Joaquim Beicim. Gordo, moreno, sem camisa, vestido uma velha e surrada bermuda de cor marrom, agarrada por meio de uma corda à cintura (cintura?) sustentava aquela enorme barriga que descia sobre o cós dando-lhe o aspecto de gordo. A voz tonitroante, meio aguda, fanfarreava a venda de carne.

Fazia uma bela algazarra no mercado de Montalvânia. o Açougue do Joaquim ficava quase que em frente ao quiosque de meu pai, que nós chamávamos de venda. Beicim era a festa do mercado. Mexia com todo mundo. Os que mais sofriam suas piadas eram, pela ordem: Biruá, Gornope, Cila, Zebedeu, Topadinha, Seu Zuza, Caifás, Rebolado, Nenzão, Leônidas Preto, Seu Tõe, e toda gambazada ou tiuzada do local. Ele se dizia, apesar do corpanzil, grande jogador. Belo zagueiro. Jogava no time de Poções. Assim, num dia festivo em nossa querida e pacata cidade interiorana, peleja disputada entre o time do Ginásio contra o time de Poções, no qual era o zagueiro de área, nossa personagem saudosa. Soprou a latinha o árbitro ao início da batalha. Primeiro chute na bola, Zé Bodim, craque do time ginasiano, do meio de campo, acertou a pelota num grande balão.

A redonda subiu aos ares e foi em direção ao Grande Zagueiro. É minha... É minha... Gritava aos berros Beicim. É minha, pode deixar. Armou a pontaria, era o último homem da zaga. Atrás dele apenas o goleiro. Ninguém mais.

Cid Olímpio - Unaí - MG
História: Bolinhas de gude
Enviada por: Pedro
Este fato aconteceu mais ou menos em 1970. Sem modéstia eu era um eximo jogador de bola de gude. Era o \'cara\'. Ganhava de todo mundo.

No dia deste acontecimento alem de inspirado, estava com vontade de encher uma meia de bola de gude, novinhas bem azulzinhas. Comecei lá pras bandas da casa de Mero, próximo ao campão de futebol. Fui subindo a rua e rapelando todos os moleques e logo atingi meu objetivo: Enchi a meia. Só com bolinhas novas, umas verdes outras azuis com listinhas brancas... Lindas. Confesso, neste dia deixei a molecada a uds. UDS significava a ultima.

Eu morava próximo á feira antiga, perto de João Caetano, na Rua Homero. Mas ai dei bobeira e entrei numa gelada, pois devido minha grande sorte neste dia desconheci a habilidade de um grande jogador da voz; Zé Bidú.

Como ele ficou sabendo que eu tinha ganhado muitas bolas novas, chegou em casa e propôs fazer uns joguinhos, lógico apostado. Falei: Zé eu tenho só bolinhas novas e eu só vejo você com cascabulho, ai ele bateu no bolso da calça curta, que usava. Realmente as bolinhas de Ze bidú, elem de novas, devido ao peso amostrava tipo saquinho roscava sua cocha empoeirada.

Começamos jogar paredão, mas não podia acreditar: a sorte sumiu das minhas mãos habilidosas e só dava Zé. Até eu perder a ultima bola. Ai foi quando vei o inesperado: O Zé Biu deu um grito,\"irra, rapelei, rapelei, rapelei... Ai eu não enxerguei mais nada, fiquei com tanta raiva que peguei o Zé pelo pescoço, quase enforquei o meu amigo... Oh Zé desculpe! Aonde você anda? Que saudade.

Pedro - Goiânia-GO
História: Parquinho de um jogo só
Enviada por: Madson Veiga
Gostaria aqui de relembrar algumas historias de infância entre outras que pretendo postar começarei com uma que envolve a pessoa que mantem este site belíssimo para que possamos encurtar as distancia dos amigos qual seja "Tim Reskala" o Reskala adquiriu depois não sei como.

Bem, tive a oportunidade de viver minha infância ai em Montalvânia e como todos que tem sua historia com esta bela cidade, nos seus contos diz que sua época foi a melhor, por isso acho que a minha época foi a melhor. Morava próximo da praça de esportes antes o campão de MTV.

Bons tempos e ali próximo como visinho morava uma família que no seu berço familiar contava com TIM, CIDO e o mais vivido que nós SITHONY, mas Tim e Cido meus amigos , meus colegas Cido um pouco mais pela idade próxima e porque eramos colegas de escola, Tim menor que nós porem sempre em nosso convívio, entre outros contos, de bola, de raia, de pião, de banho no rio cocha escondido da mãe, lembro-me de um parquinho que se instalou em uma area próximo ao campo, era nossa diversão ficávamos lá o dia todo e tinha um joguinho que era o preferido nosso, umas latinhas com dinheiro ou papeis de bombons em baixo delas e para ganhar bastava laçar a latinha com uma argola que comprávamos do parquinho, era o maximo, mas o parquinho foi embora e ai entra Tim "Reskala" na historia, talvez nem se lembre, mas em minha memória tal acontecimento é vivo até hoje, eis que Tim o menorzinho de nós inventou seu próprio parquinho alias uma parte dele aquela parte que todos nós adorávamos, ele arrumou então algumas pilhas de radio arrumou algumas argolinhas feitas de arame e embaixo das pilhas colocou carteiras de cigarro vazias e dobradas como forma de dinheiro cada uma com seu valor salvo engano, Arizona 5, Continental 10, Hilton 50, e assim quanto mais difícil a carteira de cigarro lógico correspondia um valor maior, e tudo acontecendo ali na area de sua casa, e nós jogadores restava percorrer Montalvânia inteirinha atrás de carteiras de cigarro para jogar no parquinho de um jogo só do pequeno-grande Tim, penso cá com meus botões se não estaria ai a primeira grande façanha desse que hoje nos permite dialogar desta forma com este site. Parabéns garoto você é demais saudades de você e do Cido meu irmão, meu colega, meu visinho e hoje sumido. Um grande abraço.

Madson Veiga - Goiânia-GO
Email: daveiga72@hotmail.com
História: Pavio comprido
Enviada por: Gordo
Quem conheceu o Sr. Osório Marinho deve lembrar-se da sua fama de mão fechada em relação aos dinheiros.

Parece que tinha uma moto-serra (ligada) ou uma ninhada de escorpiões dentro do bolso. Contava-se, à boca miúda, algumas estórias acerca do seu extremo rigor nos desembolsos de numerário.

Uma delas é a seguinte, do início dos anos 70: ...O velho, todos os dias, tinha que visitar sua fazenda, indo de carro até a sede, localizada às margens do rio Cochá, logo após o "deságuo" (foz) do rio Poçãozinho.

O motorista ia, de manhã, fulo da vida, ao posto de Chico Reis para pegar a cota diária de gasolina (APENAS DOIS LITROS). Abastecia a Picape Willys e "rumava" para a fazenda, acompanhado do Sr. Osório.

O veículo não podia passar um metro além da sede da fazenda, ficando o dia inteiro na sombra de uma árvore, localizada em frente a casa-sede. O retorno, no final da tarde, era dramático para o motorista.

O veículo, mesmo o motorista tendo utilizado todas as banguelas possíveis e imagináveis, insistia em acabar a gasolina (todos os dias) na ladeira em frente ao hospital de Dr. José. Sempre que isso ocorria, o Sr. Ozório, prontamente, enfiava a mão no bolso e sacava o seu famoso "BINGA" para espremer o pavio no carburador do veículo, afirmando que o líquido precioso existente naquele instrumento "riscante" e "fogante" era suficiente para completar a viagem de regresso.

Sobrava sempre para o motorista que tinha que bater canela, do hospital ao posto de Chico Reis, para pegar mais MEIO LITRO de combustível e completar o percurso.

O coitado ia ruminando e pensando na repetição certeira do dilema no dia seguinte, pois o Sr. Osório teimava em não elevar a cota (matutina, diária, de todas as manhãs) de combustível para, pelo menos DOIS LITROS E MEIO.

Gordo
Email: querendover@ig.com.br
História: Mão de vaca
Enviada por: Santos
Mineiro tem a fama de \'mão fechada\'.Acho que não são todos. Pelo menos eu sou mão... Aberta...! Mas conta se que nos anos 70, um senhor por nome de Mauricio, família dos pereiras esteve por estas bandas a procura de tratamento de um mal que o perseguia por anos.

Com muita pechincha conseguiu em um hospital, aqui em Goiânia uma consulta quase de graça. Porem como o medico suspeitou de ua doença rara e meia emcubada que só teria um diagnostico correto através de vários exames, envia o a laboratorio para fazer-los o mais urgente os quais ficaram muito caros, mas tinha que fazer... Se não...! Mas como o senhor Jesus estava dando uma maozinha pra este cidadão, aconteceu o milagre.

O medico ficou surpreso, pois os exames deram negativos. Ao ser informado o Sr Mauricio ficou furioso e começou discutir com o medico mais ou menos assim: -Dr,eu não acredito que o senhor mande eu fazer tantos exames,agora vem me dizer que eu não tenho nada? -Eu gastei um absurdo Dr! Tive que vender minha pareia de boi tão mancinho,pra interar o dinheiro! - Dr.

Você vai ter que devolver parte deste dinheiro! Este camarada deu um trabalhão para que o meu tio o tirasse da idéia de ter o dindin de volta. Segundo informações ai das canoas, este individuo onde mora, ta vivinho e tem uns boizinhos, mas com essa mauduragem tem que ter mesmo.
História: O conquistador envergonhado
Enviada por: Gordo (Email: querendover@ig.com.br)
Quem conhece Montes Claros há muito tempo, deve lembrar-se do "Choppão". Pois é... Aquele bar-boate localizado numa esquina, em frente ao hotel Santa Cruz (local de hospedagem dos fazendeiros mais abastados do Norte de Minas).

Pois é...Por volta de 1974/75 aquele estabelecimento bombava, com música ao vivo, muitas mulheres bonitas e, de forma muito disfarçada, travestis... Foi nesse período que ocorreu o fato curioso que narrarei a seguir, protagonizado por um famoso (à época) fazendeiro de importante distrito de Montalvânia... O nosso personagem, ostentando sua C10 branca novinha, gostava de, em suas viagens à Moc, ficar em frente ao Choppão, à noite, balançando a chave do seu veículo (era o chique para os fazendeiros) objetivando sensibilizar e conquistar as donzelas que faziam ponto naquele estabelecimento... O nosso amigo, numa dessas exibições, conseguiu atrair e conquistar uma bela "moça".

Foi amor à primeira vista... O conquistador, todo orgulhoso com a bela presa, não tomou as precauções que um homem casado deve utilizar nesses momentos. Pelo contrário, fez questão de exibir, de forma ostensiva o seu troféu. Estava inebriado e envolto em pensamentos eróticos.

Não tinha cabeça para se ater a pequenos detalhes. Eles eram insignificantes naquele momento de triunfo. Esse foi o erro... Trocados os galanteios iniciais, o feliz fazendeiro fez o tradicional convite para uma noitada num motel.

O convite foi aceito sem pestanejar. O nosso amigo, todo prosa, dirigiu-se imediatamente ao motel. Lá chegando, partiu para o ataque sem cerimônias. Abraçando e beijando a donzela, foi logo apalpando as "DIFERENÇAS".

Para sua surpresa e pavor, encontrou apenas "COINCIDÊNCIAS". Tratava-se de um travesti... Vocês devem imaginar o furdunço ocorrido. Houve catiripapo, rabo-de-arraia, pernada, raquetada, etc... O pior de tudo foi a preocupação com a divulgação do fato na imprensa. Parece que conseguiram abafar.

A partir desse dia o nosso Dom Juam passou a tomar mais cuidado com as suas conquistas...
História: Viagem para Fernando de Noronha
Enviada por: Tõe D'agua
Reza a lenda que em Montalvânia, existe uma certa senhorita que tem um forte hábito de criar certas inverdades, para não chamar de mentiras. Ai vai uma das mais fortes dessa figura ilustre da nossa cidade.

Certa vez sentada numa roda de amigos em um bar da nossa querida Praça Cristo Rei, surgiu o assunto sobre praias brasileiras que são belas, como de praxe citaram várias até chegarem a Fernando de Noronha, qual é a peça fundamental dessa história. Ao falarem desse famoso arquipélago totalmente isolado da costa brasileira, uma das pessoas que estavam na mesa disse que gostaria muito de conhecer o local, eis que nossa conterrânea disse já ter passeado por lá em sua lua de mel, papo vai, papo vem, nossa amiga começa a contar sobre a sua experiência nesse local paradisíaco, a primeira aventura relatada foi um passeio de CAVALO MARINHO que disse ter realizado. Todos já incrédulos com o que se passava nessa fantasia de pequena sereia, ela pergunta ao interessado a conhecer o arquipélago qual o meio de transporte será o escolhido por ele para chegar ao destino, aconselhando-o a não ir de carro, pois a estrada estava em péssimo estado de conservação. Dá para acreditar???!!!
História: Noite no Hotel
Enviada por: Gordo
Era início dos anos dos anos 70. Um amigo bastante conhecido de todos do município veio \"fazer\" o curso de admissão na cidade.

O danado hospedou-se no Hotel Montalvânia... A sua primeira (e única) noite no hotel foi dramática... O nosso amigo não estava habituado com a energia elétrica, pois a dita não existia nos distritos (mesmo naqueles mais desenvolvidos)... O cara bebeu muita água antes de dormir... Lá pela meia noite, tudo escuro e o nosso amigo sem ter noção da localização do banheiro (mictório), encontrava-se numa situação aflitiva, bastante apertado e morrendo de vontade de tirar a água do joelho... Não conseguiu, sequer, localizar o interruptor para acender a luz.... A coisa foi apertando, apertando, apertando... até que o rapaz, não aguentando mais, virou-se para a parede e deu aquela aliviada (no espaço entre a cama e a parede).

Dormiu tranquilo. Levantou-se despreocupado pela manhão... O sujeito não suspeitava que o piso de cimento queimado (vermelhão) não absorvia o líquido derramado.

Quando Dona Mocinha (mãe de Doutor) foi arrumar o quarto deparou-se com aquela poça dágua salgada. Não deu outra: determinou sua imediata saída do hotel... O nosso amigo, cabisbaixo e envergonhado, foi hospedar-se na casa de Diomendes (aquela localizada bem na frente da casa de Euclides de Rafael).
História: De carona
Enviada por: Bode Zé
ói esses minino, hehehe, eu e meu amigo Alfredo, nóis gostava de tomar umas né, cumeçamo no buteco de Deduca, lá pras banda de cima, aí cumeçamo a dar as nossas vorta né, dessemo pra tomar uma no bar de Gilvencim, e passamo perto de uma casa, lá tinha uma muvuca de gente né e todo mundo naquela gritaiera toda, aí nois paramo né e eu resolvi priguntá né, vinha um camarada de palitó e soltei a pregunta, \"O que qui tá acontecendo aí?\" o Camarada respondeu \" é Jesus que está operando, ai rapaz o Alfredo tomou de conta do assunto e falou pelo jeito ele não usa anestesia, pois ói a gritaiera.

Pois bem, cheguemo no buteco de Gilvencim e começamo abeber e fiquei mei brabo já fui jogando cadeira pra cima, aí chegou o delegado Zeca dentista e foi me prender né, \"Vou ti prender rapaz\", ocê tá fazendo bagunça, falei ééé, ô sinhô me prende pruque tô bêbo, mas amanhã eu sarei e sai da cadeia, agora o siô não, o dia que eu ti prender o siô não sai mais nunca, rapaz, o degolado olhou pra mim e preguntou \"quem é você cabra\", uai sô eu sou o coveiro da cidade. Hehehehe

Aí rapaz eu e Alfredão tomemo rumo lá pro buteco de Zé de Laura, começamo a tomar todas lá né, e caia no chão, quando eu levantava eu ficava amolando todo mundo, pidino pinga um pidino piga outro e aí ia né, bibia travéis e muecava no chão, aí rapaz Zé de Laura foi infezano com aquilo, passou uma caminhonete dum fazendeiro lá, hehehe, \"Pega esse bêbo e bota dentro desse carro e solta ele daqui uns 40 km, aí juntaram uns 3 lá me pegou e me jogou nessa caminhonete né, e viajaram, andou uns 25 km aí passando berando um ranchinho lá na beira da estrada, tinha uns mininim sujo e buchudim, o motorista falou vamo largar esse bêbo aqui mesmo, o outro disse vamo, aí rapaz, quando eles tava naquela labuta pra me tirar do carro, o minino correu pras banda de dento do rancho gritando a mãe, Mãe, Mãe Pai pai ta chic chegou foi de caminhonete hoje, hehehehe bêbo tem sorte né!!! Dispois conto outa...
História: Gera Gato
Enviada por: Bode Zé
Pelada de Rua,õ esse minino oi, eu era mei dizajeitado, e ficava meio de fora das brincadeiras né! Na rua da casa de Padindô, jogava uma bolinha todo final do dia, veja só, era Zé Caparato, Gene Mariolhão (Filho de Nivaldo Baiano), Jeferson perna de alicate ( Filho de Edmazinho) Gil de Nên da padaria, Decão, Tim véi, Vandinho de Toninho enfermeiro, Nenén, Ton e Genecy de Padindô, Monêgo, os fi de Pedro Macarrão e outros mais.

Era uma vadiação muito legal me deu saudade, veja só era a brincadeira "Bobinho" E tirava no par ou impa, ficou sendo o bobinho Gera Gato; Gil tocou a bola pra Nenén, Nenén tocou pra Lé de Biano, pega daqui pega dali, tocou pra Gene de Nivaldo baiano, eita peste, Gene deu uma bicudona na bola e a bola caiu dentro do quintal da padaria de Nen, e ele mesmo o "Gene" correu pra pegar a bola, demorava uns 10 minutos pra achar essa bola, e jogava de volta, e a vadiação tornava alui novamente, quando menos esperava, eita , de novo, mas dessa vez foi o Geferson, chutou a bola e correu pra buscar, e nesse vai e vem de bola, toda hora, o Tal de Beivindo já estava desconfiado e ficou escondido próximo ao forno da padaria, mas rapaz, esse tal de bicudão que eles davam na bola e o mesmo corria para buscar era pra catar uns bolinhos de forma, quando foi descoberto, rsrsrs nunca mais essa dupla vei vadiar na rua.

Mas a brincadeira continuou, mas sentimos a falta de Gera Gato que era viciado na brincadeira, quando num belo final de dia, dispois de muitos dia estavam todos jogando bola e deparamos com um fuzuê na casa de Socorro Viana, foi por isso que sai o tal apelido de Gera Gato, estava tomando banho a Socorro e em cima do telhado estava o Garoto, mas foi por pouco que ele ia passar ileso, quando Socorro descobriu que tinha alguma coisa errada em cima do telhado, e gritou, mas rapaz, esse garoto deu umas miadas lá em cima, rsrsrs"miau,miau,miau,miau" mas não deu certo não, quando viu que a coisa desandou, tentou correr, e só escutamos o barulhão, "BRRRRRAAÁÁÁÁ.... bunnnmmm ink, o garoto vazou a telha a baixo e caiu dentro do escritório de Zé Pereira, Ta aí o sentido do seu apelido 'Gera Gato" aí rapaz esse garoto tomou um rumo qui até antonte não voltou... Eita lugar eím?
História: Ribuliço no futebol
Enviada por: Bode Zé
Eu também tenho minhas saudades dese lugar, gostaria de nunca ter saido de lá, me lembro uma vez que estavamos jogando um futebol e rolou o maior ribuliço, eita povo que brigava viu!!! Era um jogo muito disputado me lembro que Zé bico doce tocou a bola pra Dedim da veia Carmela, Dedim tocou pra Zulú q tentou passar por Pisquila, mas a bola espirrou e acertou Joca que tirava foto na hora que ficou com a máquina e a testa quebrada, Zequinha Pezão chamou a ateção de Zulú e Biga tomou as dores, aí a coisa ficou feia, Albino chutou a bunda de Pisquila e Monego levou carimbada na cabeça,Truvão ficou gritando e Negaço sentou a mão na orelha de Truvão e saiu correndo em direção ao cochá, pega daqui pega da lí, nisso Biga já tinha ido na casa de e voltou com um punhal que parecia uma lingua de peba, picou o pé atráz de Rufino q defendia Nêgaço, Zébentivi apareceu com o nariz quebrado e Zequinha Pezão meteu a mão na orelha de Decão e Zezim de Ferrerinha gritou Liberato que corria com medo da confusão levou um bandão de Digulira e nisso o Juiz (Amado) estava entrando na diferença levou uma carambada de Raul que na hora deu um pipoco pra cima e só vi o puerão cobrir em direção ao rio cochá, aí rapáz é que a coisa ficou feia, Zé de Dão deu um cambão em Nailô irmão de Naizona e a cambada veio tudo em cima de Zé de Dão, Tõe casca de côco ia ficando de fora mas Nezim Bigodão pegou ele catando umas laranjas na beira do rio e deu-lhe uma lapada de facão nas costa de Tões casca de Côco e quando menos esperava Dorim gritou deixa o homem ser gordão, era Tonhão Bioco levando na orelha, Nego arromba, Diorandes, Zé lacraia, Gildeon, Juraci, e mais uns 9 estavam atras da moita pra ver Janúzia na beira do Rio logo o Marido de Rozinha Porcario soltou os cachorros, rapaz só vi o mato deitando, aí topou essa turma de \"Punh...\" com os brigadores do futebol, deu pra entender que parecia um arrastão comtra alguem, foi um aranzel só, só seu que nessa confuzão toda, Gêne de Nivaldo Baiano, que era punh.... também ficou com a bolota do olho estufado, Tõe borrola foi parar na delegacia, com mais uns 5 e no final das contas a água ficou barrenta e um poeirão só no meio de campo e Zé Veloso querendo prender os adversários, foi um fuzuê da peste.

A sorte é que chegou Derbão preto que trabalhava com Manoel Mesquita e atravessou o carro na frente pensei que ia feder a coisa, mas terminou que a poeira abaixou, mas foi bom. Depois eu conto mais...
História: Disco voador
Enviada por: Maria Rosa
Essa é muito boa! Certa vez lá pelas tantas da madrugada, Alcino Carroceiro esta vindo de um cabaré que existia na região, e lá passava por um alto capinzal e resolveu sotar o BARRUAM, e lá em posição de defecar ele acendeu um cigarro raizeiro e ficou pitando dentro desse capinzal, nesse momento passava Tõe Advogado, que viu uma luizinha acendendo e apagando, pessou em ser um disco voador e resolveu fazer contato: Atenção! Atenção! Disco voador, aqui é Tõe fazendo contato pode falar; respondeu uma voz lá de dentro do capinzal: Atenção! Atenção! Aqui é Alcino Corroceiro pitando e cagando, vai embora e deixe - me cagar em paz.
História: Fuzuê no bar de Rumão
Enviada por: Digulira
Oi pessoá sou eu digulira aqui do lageado, sou primo de Miguel Pé de Pipa e fui casado com a irma de Raimudim doido.

Esse pessoá mais vei ai deve de se lenbrar de mim ja dei muito trabai pras puliça ai nas rua da cidade, principarmente quando eu saia mais meu cunhado Raimundim Doido pra tumar umas pinga ai nus buteco. Meu cunhado ficava muito doido, butava um monte de corda, couro, arami e chucai de vaca no pescoso e saia zuano ai na cidade.

Teve um dia que foi o maior fuzuer ai, eu e meu cunhado saimu pra tumar umas e fomu la no ba do Rumao, tumamo umas quato carrafa duma tar de fofatoba que tinha ai, discurpa a espresao da palavra mais eita pinga fila da puta de ruim, mais vamo no causo, nois ja tinha tumado praticamente umas quato carrafa quando derrepente chega no buteco um tar de Migué Pé de Pipa e queria toma a nossa bendita pinguinha, Raimundim Doido que ja tava muito doido pegou no bigodão dele e puxou, ai o pau cumesou foi cadera vuano pra todo lado garrafa bateno nas paredi e estorano, aquele maior aranzé. Rumao veno o seu buteco sendo todo lascado pegou Raimundim pelos fundo da calça e jogou lá no fundo do Cochá, ele não sabia nadar rumou a cabeça no pau da ponte e ficou mais doido do que ja era.

Pegou Migué pé de pipa pelo bigodão e saiu puchano até na ponte e chegano la amarrou o bigode dele na ponte, ele ficou la uns deis dias amarrado e gritano, foi a maior ladainha vinha gente de Coribe, Santa Maria e ate de Salvador disse que ate dos istados unido tambem viero so pra ver o homi amarrado pelo bigode la na ponte.eta terrinha que era boa. Vou termina gente que tou chorano de saudade dai.

Um abraço pra todos. De eu tiver mais tempo depois eu conto mais istorinhas pra voceis.
História: Roupa Adequada
Enviada por: Edmundo Muniz
Quando lá pelos idos dos anos 70, mais pricisamente em fevereiro-1973, logo após terminar a 4ª. Serie primaria em Capitania, fui prestar exames de "Admissão", para ingressar no GEM - Ginásio Estadual de Montalvania, tendo que fazer um "cursinho" para enfrentar o teste que era mais difícil do que o concurso do Banco do Brasil a época, onde tive como professores Fidelsino (Geografria e Historia), Chico "Português" e Valdo de Nestor (matemática), e em função da boa preparação fui um dos agraciados com a aprovação no certame, fato que não foi nenhuma surpresa devido a equipe supracidata.

Depois de ter comprovado a minha aprovação foi o momento de procurar um lugar para morar, e escolhi o Hotel Viera e no primeiro dia de reconhecimento da cidade, vestir a melhor roupa (confeccionada por "Zé de Benigo", a mesma da formatura, ou seja, estava "chic no último" e fui visitar o point da cidade que era o Mercado Municipal, foi quando ao entrar deparei com Amado escorado no balcão do Bar de "João Grosso" e Diorandes no Bar de "Zizú de Miliano", ou seja, não tinha nenhuma chance de passar ileso pela dupla, de imediato Amado exclamou, "Dio"!..., olha quem está fazendo primeira comunhão? Capitania...., era como eles me apelidaram.

Nem cheguei a entrar no mercado tamanha foi a minha decepção e voltei ao Hotel e troquei de roupa e vestir uma camisa "furta cor", aquelas que usavam em boates e voltei fazendo o mesmo percurso, talvez no intuito de provoca-los, e o troco da dupla foi imediato, voltando a me abordar e Amado mais do que de repente chamou Diorandes e disse.

Olha aqui "Dio"!...."Capitania" agora já estar é desfilando. Moral da historia, tive que "forçar" a amizade com essas duas criaturas para não ficar mal na "foto", transformando-os em grandes amigos, e que me ensinou muito, principalmente na hora de vestir uma roupa adequada para cada ambiente e momento.
História: Toizim Techeu
Enviada por: Bode Zé
Oche, oi uai sô, ocês pensa que é de lorota essas nossas estórias, só acredita quem conhece esse pessoá todo da nossa éra, rsrsrs mi lembro cuma oje,rsrsrs Estar sereno é deixar-se alui com as presepadas de cada momento, conhecendo e disfrutando de cada instante e sabendo que Nada é prá sempre.

Essa verecidade vem da Alma e é dentro de nóis o único centro permanente que nos inriquece durante o processo de COMPREENDER que os bons e os maus momentos da vida PASSAM e fazem parte do nosso crescimento espiritual, isso é verdade, mas vortandoao cardápio, rsrsrs, mi lembro de um aranzero uma veiz, rsrsrs era um dia de final de semana, estava todos meio afoito porque Pedro Jóia anunciou q logo na boca da noite era pra todos isperar napassagem da ponte do poçõizim, e tava vindo direto de perto de Belorizont o deputado Oscar Correa e qui também vinha uma tá de Gret uma cantora qui dançava e tirava as carcinha.

Ajuntou eu, Deográcio Preto, pagamos Deuca pra levar nois no Monte Rei que era pra nóis ver primeiro, chegano lá, já tava lá aquele povão todo, e inhantes de chegar lá passamos pelos uns carroceiros q vinha do tal do ladeirão e lá tava o Chico de Nois, Crizante, Toizin techeu também em seu belo cavalo preto todo arriado íngua cavalo de cigano, mas não deu certo vortamo pra montarvana e esses tal de povo de belorizont já tava era falando umas coisa de istrada, de manga pra montarvana q por cinal até antonte que eu passei lá está do mermo jeito, é de lascar vice esse minino, oi só, nessa muvuca toda Toizin techeu foi trocar de ropa pra ver a ta de cantora q jogava carcinha, Birosca vai e aparece do nada, sê sabe NE o cara é azarengo pra dedeu, a tal de cantora só foi apresentar no outro lado da cidade lá em cocos, e pra nóis num ficá na mão.

Pegamo o rumo da tal de Luiz vermêa que tinha lá perto da casa de Jazom curador, logo cumeçou a chegar o pessoa, e já tava meio lotado, Deduca pé de Loro e Chico Ribeiro tripa seca, e Alai do posto era qui comandava, Diográcio com o seu cabelo cheio de brilhantina qui copiava de Laurindo, chegou com Toizim Techeu, foi aí que surgiu o seu apelido, "TECHEU" e lá chegando a veis de Diográcio, o Diorandes como sempre cortava a fila, e Joaquim increnca disse logo, só vou deixar porque eu já fui, e chegando a veis de Toizim, Helena Cabileira priguntô qui diabo era qui esse minino tava caçando lá, ele pegou na ponta da paree da janelinha e ficando na ponta do pé, respondeu, " Eu também quero techeu" aí rapaiz ela meteu a mão na sacola e tirou umas balinha e deu pra toizim, rsrsrs, mais o cara saiu indignado, bufando iguá um boivei, foi direto pra beira do Val, e logo di cara já avistou a bicicleta de Gilvencin, e contou essa istória, mas rapais Gilvencio ficou puto e logo trepou nessa bicicleta e partiu prá lá, e disse logo õceis tão pensando qui nóis samo minino, ... dispois eu falo mais um pouco. abraços.
História: Pescaria
Enviada por: Zé de Deus
Certa vez foram pescar, Pedrinho (Montalvão), Formiga (churrascaria) e Panta (tõe espantado), Pedrinho e Formiga foram armar as redes e Panta ficou no acampamento fazendo o rango, pouco depois Panta ouve um grito de socorro:
- Socorro Panta! Formiga tá me comendo.

Panta ficou assustado com a audácia de Formiga e logo correu para socorrer o amigo Pedrinho, com um pau na mão, e pensando, nossa esse Formiga é ousado mesmo, como fazer isso com nosso amigo Pedrinho?

Pedrinho insistia em seus gritos:
- Socorro Panta! Formiga tá me comendo.

Panta correu mais ainda, chegando lá encontrou Pedrinho todo nu em um canavial, cheio de formigas pelo corpo e Formiga o amigo estava pescando em outra parte do rio.
Moral, Panta entendeu tudo errado!
História: Birosca
Enviada por: Peixinho
Todos que moram aqui em Montalvânia sabem que Birosca é um sujeito meio azarado, sempre que falam BIROSCA fazemos o sinal da cruz.

Um dia estava eu no bar de Róquinha tomando uma bela de uma pinga, quando fui cuspir lá fora ia passando BIROSCA, aí fiz o sinal da cruz, Róquinha perguntou porque eu fiz o sinal da cruz, falei que é porque BIROSCA ia passando, ele então me disse que BIROSCA era seu pai, e eu assustado e todo sem graça falei que não sabia, pedi desculpas e falei que achava que o pai dele era Zezão(relojoeiro), aí é que ele ficou bravo mesmo...
História: Fofa toba
Enviada por: Digulira
Oi amigos óía nóís travéís. Deu sordade e num teve geito agente vai ficano véí e mei bunda mole né? E as garapa de cana ai ainda está rancano os fundo das carça da gente ainda? Teve uns tempo que eu tava tumano muita fofa toba ai que num tava mais guentano, juntava eu e meu cunhado migué pé de pipa e butava prá lasca, só tinha um probema, toda veis que migué sortava um peido ele tinha que vortá na casa dele prá troca de carça pruque ficava sem o fundo, e vou te falá uma coisa, ele vortava umas deis veis eita homi que peidava.

Eu acho que eu também ficava mais doido pruque eu respirava aquele furdunso dos peido do meu quirido e inseparável cumpanheiro de goró.
Um abraço prá todos e fiquem com deus,até a próchima.
História: Uma partida de futebol
Enviada por: Digulira
AMIGOS DE MONTALVÂNIA,O MEU ABRAÇO. É COM MUITO CARINHO QUE VOU NARRAR PARA VOCÊS UM JOGO QUE TEVE EM MONTALVÂNIA, LEMBRO COMO SE FOSSE HOJE.
O TIME DE MONTALVÂNIA CONTRA O TIME DO RABIABODE. O GOLEIRO TROVÃO METE O BICUDÃO NA BOLA, CHICO CABURÉ MATA NO PEITO TOCA PRÁ CRIZANTE DE CHICO DE NÓIS, CRIZANTE DOMINA A BOLA NA COCHINHA FAIS UMA GRACINHA E TOCA PRÁ TÉTÉU QUE DOMINA E TOCA PRÁ nêgo arronba, arronba lança prá topadinha que foi fazer uma gracinha o adiversário meteu-lhe o pé no saco, o juiz não viu e a bola rola no campo,nisso topadinha fica caido peidano e istribuchano no chão.

É subistituido por iroca, que já entra no campo gritando prá chico caburé tocar a bola.chico caburé lascado de raiva porque o time já tava perdendo de 4x0, manda iroca tomar no toba ai o pau comeu.iroca partiu prá cima de chico caburé com gôsto de gáz.só vi o puerão, chico caburé pegou iroca pela perninha e jogou prá cima, iroca subiu uns 10 mts e caiu em cima da casa de maciano pai de dÔdô. e a torcida gritando e soltando fuguetes,quando acordei tava todo cagado de tanto ri.